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Cultura Pop

MTV Plugged: o disco plugado de Bruce Springsteen

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MTV Plugged: o disco plugado de Bruce Springsteen

Ninguém é conhecido pelo apelido de “The Boss” (o chefe) impunemente, vamos dizer assim. No comecinho dos anos 1990, Bruce Springsteen resolveu aderir à nascente onda dos discos acústicos da MTV. Mas fez isso a seu modo. Aliás, o disco acabou se chamando In concert/MTV Plugged.

Gravado em 22 de setembro de 1992 no  Warner Hollywood Studios, Los Angeles (e lançado em 12 de abril de 1993, há 28 anos), o disco ao vivo de Springsteen era gravado com turma nova. O cantor vinha desde 1989 excursionando sem a E Street Band, com uma banda que mantinha alguns poucos integrantes da formação (uma delas, sua mulher Patti Scialfa).

A separação do grupo aconteceu, ao que consta, após Bruce achar que as coisas estavam ficando rotineiras demais. Participar da tour Human Rights Now! em 1988 e observar como andavam as carreiras de Sting e Peter Gabriel (que haviam deixado grupos de sucesso) contou bastante para que ele resolvesse dispensar quase todo mundo.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Bruce Springsteen no Brasil: e não estamos falando de Rock In Rio…

Havia uma diferença significativa entre Bruce e os colegas ex-integrantes do Police e do Genesis, claro. O cantor de Born in the USA era patrão dos músicos que queria dispensar, e teria que explicar calmamente a eles o que estava planejando fazer. Ligou para cada um deles e informou que seguiria sozinho.

O saxofonista Clarence Clemons e o multi-músico Nils Lofgren, por acaso, estavam em turnê com a All Star Band de Ringo Starr e foram consolados pelo beatle (que, enfim, tinha experiência no assunto minha-banda-acabou). Mas o baixista Garry Tallent diz que Bruce, ao procurá-lo, não deixou claro se aquilo era definitivo (como de fato não foi). Estava apenas liberando todos para fazerem o que quisessem de suas vidas profissionais.

>>> Veja também no POP FANTASMA: E Prince ficou de fora de We are the world

O tal “plugado MTV” trazia repertório da turnê dos discos Human touch e Lucky town, de 1992, ambos recebidos com certa frieza pelo público do cantor. E surgiu de uma razão, digamos, prática. Bruce teria ficado meio descontente com os arranjos acústicos feitos pela sua banda (que costumava ser chamada de “a outra banda” pelos fãs mais radicais). Optou por ligar tudo na tomada, mesmo. Abriu o show com uma inédita acústica em homenagem a sua mulher Patti, Red headed woman, mas prosseguiu tocando guitarra em boa parte da apresentação, acompanhado por músicos como Zack Alford (bateria), Roy Bittan (teclados), Shane Fontayne (guitarras) e Gia Ciambotti (vocais).

O material “em vídeo” de MTV plugged hoje está no YouTube, em faixas separadas. O disco, na época, fez sucesso, embora tenha ficado longe dos milhões de discos que o Guns N’Roses vendia. Os fãs de Bruce, vale dizer, receberam o disco com certa frieza. Aliás, muita gente reclamou que a E Street Band é que deveria estar lá em peso. Só que, de qualquer jeito, Bruce chegou a uma nova geração de fãs, numa época em que sua gravadora se preocupava bastante com a existência de fãs novos do cantor.

>>> Veja também no POP FANTASMA: Quando o pai de Slash fazia capas de discos

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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