Cultura Pop
Matheus & Kauan fãs de Linkin Park

Artistas localizados fora do universo do rock tiraram a tarde/noite de quinta (20) para homenagear Chester Bennington, vocalista do Linkin Park que foi encontrado morto. Nomões como Rihanna, Steve Aoki, OneRepublic, Timbaland e Chance The Rapper publicaram posts em redes sociais lembrando o cantor. Rihanna, por sinal, aproveitou para declarar que Chester era “um monstro dos vocais” e “o talento mais impressionante que vi ao vivo”.
https://www.instagram.com/p/BWx1hCWDYZX
Oh dear God. Massive R.I.P to Chester Bennington of @linkinpark this BREAKS OUR HEART. Suicide is the devil on earth walking amongst us ?
— ONEREPUBLIC (@OneRepublic) July 20, 2017
RIP Chester. Tragic ending. Condolences his family and friends and Linkin Park ??
— Chance The Rapper (@chancetherapper) July 20, 2017
Our thoughts and prayers are with @linkinpark and Chester's friends and family. #RIPChester pic.twitter.com/45B0vMQZtP
— Timbaland (@Timbaland) July 20, 2017
My heart is shattered. I can't fucking believe this is real. Crying writing this now. Destroyed. pic.twitter.com/MeEBJD9gi3
— Steve Aoki (@steveaoki) July 20, 2017
Ficamos aguardando o grupo de pagode Sorriso Maroto e a dupla sertaneja Matheus & Kauan também pagarem seus tributos ao cantor, já que o Linkin Park os influenciou em determinados momentos de sua carreira. O grupo carioca inspirou-se não muito levemente na capa de Minutes to midnight, terceiro disco do Linkin Park (2007) para montar o visual de seu quarto CD, Sinais (2009). Durante uma entrevista que fiz com a banda para o jornal O Dia, onde trabalho, integrantes do SM chegaram a admitir a inspiração no grupo. Se você tem alguma dúvida, seguem as capas lado a lado.

E vem cá, a introdução desse som de Matheus e Kauan não lembra bastante o Linkin Park?
Pois é, não só lembra como é diretamente inspirado. A dupla, que soltou o DVD Face a face em 2015, falou comigo para o jornal O Dia e Matheus disse ter influência do grupo. O link da matéria tá aqui. Mas olha a parte em que eles se referem ao grupo aí embaixo.

Foto: Divulgação
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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