Cultura Pop
“Mahna Mahna” era tema de um filme de mulher pelada antes de virar música dos Muppets

Se você não se deu conta, vamos lá: Mahna mahna, aquela canção imortalizada pelas aparições no programa dos Muppets, completou 50 anos da sua primeira execução na atração não faz muitos dias. No dia 30 de novembro de 1969, os Muppets e seu criador Jim Henson foram ao Ed Sullivan Show e a turma dublou a música. Sendo que uns dias antes, ela havia aparecido em Vila Sésamo (atração na qual os bonecos eram exibidos), dublada por outro time de personagens.
Essa versão da música, já no The Muppet Show (exibido a partir de 1976, inclusive no Brasil), é bem engraçadinha, com as duas meninas do coral bastante constrangidas pelas intervenções do cantor (o Bip Bippadotta). E uma participação de Caco, O Sapo, no final.
Só que Mahna mahna tá bem longe de ter sido uma música criada para um programa infantil. Olha só por onde ela andava lá por 1968, um ano antes de aparecer nos Muppets.
Ela estava na trilha de um filme chamado Svezia, inferno e paradiso, uma produção italiana dirigida por Luigi Scattini, que funcionava como uma espécie de documentário sobre a vida sexual na Suécia, falando sobre filmes pornôs, boates frequentadas por lésbicas, saunas e gente que mantinha relacionamentos pra lá de líquidos. No vídeo acima, a canção aparece como trilha sonora de cenas rodadas numa sauna cheia de modelos suecas cobertas apenas por toalhas.
A trilha do filme foi feita por um sujeito chamado Piero Umiliani e foi lançada em vinil. Pega aí a primeira parte.
Via CBC
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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