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Cultura Pop

Tem um barulho de telefone no fim de Life On Mars?, de David Bowie

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Tem um barulho de telefone no fim de Life On Mars?, de David Bowie

De acordo com Rebel Rebel: All the songs of David Bowie from ’64 to ’76, livro escrito por Chris O’Leary, a certidão de nascimento da versão definitiva de Life on Mars? marca a data de 8 de agosto de 1971. Foi o dia em que a canção foi devidamente gravada no Trident Studios, de Londres, com direito a arranjo de cordas escrito pelo talentosíssimo guitarrista Mick Ronson. O popular Ronno decidiu no banheiro do estúdio como cada violino, viola ou violoncelo soaria na gravação.

Não foi só isso que aconteceu no banheiro do Trident – e não estamos falando de atividades fisiológicas e demais funções desempenhadas no espaço. O local tinha também um telefone público, que ficava bem ao lado de uma das salas de gravação. Por causa de uma ligação errada feita para o aparelho, Life on mars? acabou ganhando um barulho de telefone tocando no final.

Tem um barulho de telefone no fim de Life On Mars?, de David Bowie

O ruído aparece BEM baixinho, interrompendo uma das sessões de gravação de piano (tocado por Rick Wakeman) no fim da canção. E acabou sendo incluído na versão que foi para o disco Hunky Dory, de 1971. O próprio Ken Scott, produtor do álbum, conta a história na entrevista abaixo.

Quando o telefone começou a fazer barulho e a soar pelo estúdio, Scott e Mick Ronson foram tentar parar o aparelho – o guitarrista-arranjador ficou tão puto que, mesmo com o tape rolando, começou a soltar xingamentos. Dá para ouvir todos no fim do vídeo acima, com o finalzinho da canção.

Ken, Bowie e Ronno só perceberam que aquilo dava algum caldo quando colocaram as cordas, deixaram o arranjo preenchendo alguns segundos de silêncio no fim da música e depararam com o piano gravado por Wakeman para o final. Acharam que o corte, com os palavrões de Ronson, ficava bastante engraçado.

“Ouvimos e achamos que era bom demais para ser tirado, claro. Só precisamos cortar antes da parte em que Ronson aparecia xingando, porque a BBC jamais tocaria isso”, recordou o produtor.

Via David Bowie News.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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