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Cultura Pop

Krisiun e Oficina G3 discutem sobre rock e religião no “Gordo a Go-Go”

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Krisiun e Oficina G3 discutem sobre rock e religião no "Gordo a Go-Go"

Por mais que João Gordo se esforce, sua passagem pelo Gordo a Go-Go, da MTV, vai ser sempre lembrada pelo debate caloroso que teve com o ator Dado Dolabella (ok, pela discussão entre ele, o palhaço Bozo e Sergio Mallandro, também, mas num grau bem menor). Isso porque muita gente esqueceu que, em 2000, João Gordo conseguiu reunir no mesmo bate-papo a banda gospel Oficina G3 e a banda de death metal gaúcha Krisiun, para uma conversa sobre rock e religião.

Em 2000, o Oficina G3 era uma banda bastante promissora, dava shows em lugares MUITO lotados (o cantor do Ratos de Porão fica espantado ao ver um vídeo dos caras tocando para 110 mil pessoas no Maracanã) e estava na turnê de lançamento do disco O tempo, ainda com PG nos vocais, que chegou a ter clipes incluídos na programação do canal Multishow. O baterista Walter Lopes diz que “a gente ganha grana mas ela é consequência do trabalho. A gente nunca entrou na parada por causa disso. Tem muito artista que entra nessa para ganhar dinheiro e a gente teve uma experiência com Deus”. PG, que logo depois sairia da banda, lembra que sua experiência com Deus veio depois de vários problemas com drogas que teve desde a infância. “Com dez anos experimentei a maconha, com 11 cocaína, com 14 tive três comas alcoólicos, aí tive uma overdose… Comecei a fumar cigarro com dez anos. Já rasguei Bíblia, coloquei fogo na Bíblia…”.

O Krisiun, por sua vez, estava lançando o terceiro disco, Conquerors of Armageddon, e, segundo o vocalista Alex Camargo, “foi meio pego de surpresa pro debate”. Para quem curte coisas do começo da era da internet no Brasil, vale citar que ao final do programa, aparece o endereço do site do Krisiun: krisiun.cjb.net 🙂

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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