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Cultura Pop

Aquela vez em que John McEnroe virou roqueiro

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Aquela vez em que John McEnroe virou roqueiro

Dono de um estilo meio rock´n roll no tênis, John McEnroe tem lá suas ligações com o estilo. Toca (vá lá) guitarra e até já pegou dicas de aventuras às seis cordas com colegas como Eddie Van Halen, David Gilmour, Eric Clapton, Billy Squier e outros. Volta e meia é visto nas plateias de alguns deles.

Aquela vez em que John McEnroe virou roqueiro

Em 1991, a vontade de McEnroe de pelo menos tentar virar uma estrela do rock parou de ficar apenas no quase. Ele, ao lado de outro tenista-dublê-de-guitarrista, Pat Cash, foi uma das estrelas de um single gravado em prol das crianças refugiadas da armênia. O grupo-relâmpago McEnroe and Cash With The Full Metal Rackets gravou só um disquinho com uma versão de Rock and roll, do Led Zeppelin. Os Full Metal, além dos dois tenistas, eram Roger Daltrey (voz, The Who), e a cozinha do Iron Maiden: Steve Harris no baixo e Nicko McBrain na bateria.

Tem clipe disso. Esse disquinho (lançado também numa versão karaokê, sem Daltrey) chegou ao número 66 das paradas.

Eu falei “aquela vez”, mas rolaram outras. Olha ele aí em 2009 tocando guitarra com os Pretenders.

John e Chrissie Hynde são amigos há bastante tempo e ela chegou a declarar que Don’t get me wrong foi feita em homenagem a ele. “Eu queria escrever uma música para John porque o conheço há muito tempo e ele está sempre se metendo em confusão. Nunca o vi jogar tênis, até porque não fâ do esporte. Eu odeio admitir isso, acho que ele não gosta muito. Ele até dizia: ‘Não dá pra você fingir que gosta de esportes quando está comigo?'”, contou a cantora.  

Teve mais: em 2014, Chrissie, lançou o disco solo Stockholm e… um dos convidados do disco foi ninguém menos que John McEnroe, tocando guitarra.

Chrissie contou com outros convidados e fez, digamos, o primeiro disco do mundo a unir Neil Young e John McEnroe. Disse que teve a ideia de convidar o tenista quando entrou no estúdio de seu produtor e viu uma raquete de tênis. “Se John realmente parasse tudo e resolvesse entrar numa banda, ele mandaria bem. Ele é bom, mas é um guitarrista de fim de semana”, afirmou a cantora.

Aproveita e pega aí John McEnroe em 2015 num lugar chamado The Stephen Talkhouse, tocando Territorial pissings, do Nirvana. E cantando. Ouça por sua conta e risco.

Via Ultimate Classic Rock e New York Times. E blog do André Barcisnki.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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