Cultura Pop
John Lennon e Chuck Berry: o primeiro encontro em 1972

Muitas das melhores coisas que o rock já produziu foram tributos a Chuck Berry, morto neste sábado (18). Até mesmo as guitarras de bandas punk como Sex Pistols e Clash – e mais ainda no caso de bandas como Beatles e Rolling Stones, que tinham o guitarrista americano como ídolo de adolescência. Keith Richards, guitarrista dos Stones, sempre fez questão de homenagear Chuck, tocando com ele no palco, citando-o em entrevistas (o velho roqueiro sempre chamava o stone de “Jack”) e até produzindo um documentário sobre ele (o clássico “Hail, hail, rock’n roll”). E olha que a relação dos dois incluiu detalhes sórdidos como o dia em que Keith, tocando com Chuck, foi expulso do palco por ele (isso realmente aconteceu, em janeiro de 1972, por causa do alto volume do amplificador de Keith). Ou as ocasiões em que foi insultado por ele, o dia em que levou um soco no olho dado por Chuck (Keith estava tentando falar com ele, deu-lhe um tapinha nas costas e foi atingido) e a vez em que o autor de “Johnny B. Goode” jogou um cigarro aceso dentro de sua camisa.
Bom, um mês depois do tal problema no palco com Keith Richards (se você lê em inglês, tem mais sobre isso aqui), foi a vez de Chuck encontrar-se com outro roqueiro famoso dos anos 1960 que amava seu trabalho. John Lennon, acompanhado da mulher Yoko Ono e do Elephant’s Memory, com quem se apresentava naquela época, esteve no Mike Douglas Show em uma apresentação que se tornou clássica, e dividiu o microfone com Chuck. Se for levada em conta a velha rixa Beatles x Stones, nessa o ex-quarteto de Liverpool levou a melhor: Lennon, em seu primeiro encontro com o músico, encontrou um Chuck Berry tranquilo, cordial e animado. Tocaram “Memphis, Tennessee” e “Johnny B. Goode”. Na hora da entrevista, trocaram ideias sobre música e Chuck falou de suas influências, que iam do blues de T-Bone Walker a big bands como a de Glenn Miller. Veja aí (tem legendas automáticas em inglês).
Um detalhe que não passou despercebido a alguns fãs de Lennon (e detratores de Yoko) é que lá pelos 2 minutos do vídeo, ela faz um ruído com a boca realmente muito estranho e que parece irritar bastante Berry – o veterano roqueiro arregala os olhos no exato momento em que o barulho começa. Um comediante chamado Bill Burr fez um vídeo satirizando Yoko e a situação de maneira extremamente cruel e sexista. Veja por sua conta e risco (não tem legendas em português, infelizmente – só em italiano).
A apresentação inteira de Lennon e Yoko no programa tá aí. Saiu até em DVD.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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