Cultura Pop
Jogaram a Pantera Cor-de-rosa no LSD

A Pantera Cor-de-Rosa não era originalmente uma pantera, como se sabe. Era um diamante rosa no filme “A pantera cor-de-rosa”, de Blake Edwards (1963), que ganhava uma transformação numa “pantera” de desenho animado nos primeiros segundos. Em 1964 ela virou desenho exibido nos cinemas, pelas mãos de dois ex-funcionários do estúdio de animação da Warner, Friz Freleng e David H. DePatie. Partindo de uma premissa simples, que incluía a Pantera colocando em encrencas um personagem baixinho, narigudo e sem nome (e tendo sempre como trilha sonora o tema original do filme, de Henry Mancini), a série atravessou os anos 1960 e 1970 proporcionando humor para crianças e adultos. No Brasil, você deve lembrar, era exibida durante os anos 1980 pelo SBT. O “patrão” Silvio Santos usava o desenho até como “esquenta” de algum programa importante, enquanto a novela da Rede Globo não terminava.
Em 3 de março de 1968, pelas mãos do animador Hawley Pratt (que também tinha vindo da Warner e passara a colaborar com o estúdio de Freleng e DePatie), a Pantera embarcou numa aventura que tinha tudo a ver com o espírito da época: o desenho “Psychedelic panther” mostrava a personagem aparentemente hipnotizada por um olho gigante e entrando numa livraria bizarra (literalmente, já que o nome do estabelecimento é “Bizarre Book Shop”). E quem aparece por lá? O baixinho, fantasiado de hippie e trabalhando de vendedor da loja.
A inspiração da livraria provavelmente foi a Indica Book Shop, criada em Londres pelo trio John Dunbar, Peter Asher e Barry Miles, e que teve apoio financeiro de ninguém menos que Paul McCartney, grande frequentador do espaço – e, na época, namorado de Jane Asher, irmã de Peter. O local era tão frequentado pela galera hipster do período que John Lennon conheceu Yoko Ono lá, em 1966, durante uma performance da artista. Por sinal, que interessante, um dos itens observados pela Pantera no desenho é um livro de rituais de fogo do Oeste da Índia…

…e o baixinho oferece a ela uma biografia não-autorizada de uma pantera, contando todos os bafos da sua vida amorosa.

Teve mais gente que viu o filme por aí e decidiu criar trilhas sonoras alternativas (e mais no clima do desenho) para ele. Um cara juntou as imagens com “China cat sunflower”, do Grateful Dead…
… e juntaram também o filme com trechos de “Echoes”, do Pink Floyd.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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