Cultura Pop
Images 1966–1967: Bowie entre Ziggy e Aladdin Sane

Entre The rise and fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars (1972) e Aladdin sane (1973), rolou um lançamento – ou melhor, um relançamento – de David Bowie. Para muitos fãs, Bowie tinha aparecido do nada, sendo que alguns pelo menos se recordavam de Space oddity (hit de 1969) e outros já tinham sido devidamente apresentados ao disco Hunky dory (1971). Mas o material de Images 1966-1967, o tal disco do relançamento, era anterior e bem mais obscuro.
O LP duplo lançado pela London trazia o material que Bowie havia deixado gravado entre 1966 e 1967 na Deram (subsidiária da Decca, filial britânica da London). O cantor gravara na Deram o primeiro álbum, David Bowie, de 1967, e um punhado de singles, e a gravadora já havia se aproveitado do sucesso inicial do cantor, pouco depois de Space oddity, lançando a coletânea The world of David Bowie (1970). Em compensação, era a primeira vez que o público americano tinha empacotadas as músicas do comecinho da carreira dele. Para o horror de Bowie, claro, já que o cantor sempre detestou músicas como The laughing gnome e, anos depois, quando mandou remasterizar todos os seus discos, a estreia David Bowie não aparecia ao lado de clássicos como The man who sold the world.
O problema é que havia muito interesse pelo material de Bowie naquela época nos EUA. Tanto que em 1973, a relançada Space oddity gerou o primeiro Top 20 do cantor nos Estados Unidos. E houve também naquela época o relançamento do… single da mal-amada The laughing gnome. No lado B, a mesma música do lado B do single de 1967, The Gospel according to Tony Day (também incluída em Images).
Pra tirar suas próprias conclusões sobre se essa música é boa ou não, ouça aí. Nós entendemos a antipatia de Bowie, especialmente quando entra a voz de gnomo, no estilo Alvin & Os Esquilos. Poderia parecer uma paródia de Syd Barrett e do Pink Floyd do começo, embora o disco de estreia do Floyd, The piper ate the gates of dawn, só tenha sido lançado alguns meses depois.
Fizeram uma playlist com o repertório de Images, que por sinal ganhou uma edição caprichada em CD no Japão. Quando saiu em 1973, ele foi direto para a posição 144 na parada da Billboard. Ah, o disco originalmente tinha capa de Neon Park, desenhava para revistas como National Lampoon, e que fez capas de discos como Weasels rippled my flesh, de Frank Zappa.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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