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Hot Water Music anuncia turnê no Brasil em 2027, com data extra em SP

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Hot Water Music (Foto: Divulgação)

Lembra que noticiamos o show da banda Hot Water Music em São Paulo? Pois bem, os ingressos esgotaram rapidamente. Seja como for, a Solid Music agora anuncia a turnê completa da banda no Brasil, com mais algumas datas, em junho de 2027 – com direito a mais uma data na capital paulista.

A agenda brasileira terá cinco apresentações: Rio de Janeiro/RJ em 15 de junho, no Experience, seguindo para Florianópolis/SC no dia 17/07, no Desgosto. Curitiba/PR recebe o Hot Water Music dia 18/07, no Basement Cultural, e depois vem as duas datas em São Paulo/SP, ambas no lendário Hangar 110: 19/07, já esgotada, e 20 de junho.

Os shows no Rio de Janeiro, em Florianópolis e em Curitiba marcam a primeira passagem da banda por essas cidades. Na sequência, a turnê segue para Buenos Aires (Argentina), em 22 de junho, no Uniclub, Santiago (Chile), em 23 de junho, no Club Ambar, Bogotá (Colômbia), em 25 de junho, no Boro Room, e San José (Costa Rica), em 26 de junho, no Utopia. Ingressos para os shows no Brasil estão à venda no site da 101tickets.

O Hot Water Music foi formado em 1994 em Gainesville, na Flórida, e teve seu começo de carreira consolidado por álbuns como Fuel for the hate game e Forever and counting (o dois primeiros, de 1997). Em 2001, o Hot Water Music passou a gravar pela Epitaph, lançando o disco A flight and a crash, e conquistou mais público. No Brasil, desde antes da era do streaming, o grupo tem muitos fãs: uma turma que importava CDs, gravava em fita, baixava do Rapidshare (lembra?), mas mantinha o culto à banda no alto.

A formação inicial do grupo nunca passou por substituições – ainda que o HWM tenha tido dois términos ao longo de sua carreira. A única mudança feita por Chuck Ragan (voz), Chris Wollard (guitarra e voz), Jason Black (baixo) e George Rebelo (bateria) foi acrescentar mais um guitarrista, Chris Cresswell, já que Wollard prefere se concentrar no trabalho em estúdio. Os integrantes do Hot Water Music também se dividiram em vários projetos nos hiatos do grupo: Regan e Wollard gravaram solo, e alguns dos membros formaram outras bandas. Uma delas foi o The Draft, grupo de curta duração montado por Black, Rebelo e Wollard.

SERVIÇO
Hot Water Music no Rio de Janeiro
Data: 15 de junho de 2027
Local: Experience Music
Endereço: Rua Riachuelo, 20 – Lapa, Rio de Janeiro/RJ
Ingressos aqui.

Hot Water Music em Florianópolis
Data: 17 de junho de 2027
Local: Desgosto Bar
Endereço: Rua Padre Roma, 174 – Centro, Florianópolis/SC
Ingressos aqui.

Hot Water Music em Curitiba
Data: 18 de junho de 2027
Local: Basement Cultural
Endereço: Rua Desembargador Benvindo Valente, 260 – São Francisco, Curitiba/PR
Ingressos aqui.

Hot Water Music em São Paulo
Data: 19 de junho de 2027
Local: Hangar 110
Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro, São Paulo/SP
ESGOTADO!

Hot Water Music em São Paulo – data extra
Data: 20 de junho de 2027
Local: Hangar 110
Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro, São Paulo/SP
Ingressos aqui.
Foto: Divulgação

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Lulina volta em clima sinuoso e psicodélico no single “Outras vezes”

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Lulina (Foto: Divulgação)

No dia 20 de maio, Lulina liberou em seu instagram a capa de seu próximo álbum, Sinuosa, a sair no segundo semestre pela YB Music. Vai ser o primeiro álbum individual dela em sete anos: Desfaz de conta, o último, saiu em 2019, e depois disso ela lançou os dois volumes da série Vida amorosa que segue, em 2021 e 2025, ao lado de Hurso (o segundo volume ganhou resenha nossa aqui). E o próximo álbum já foi adiantado com o single Outras vezes, lançado na sexta passada.

Canção de clima soft e psicodélico, Outras vezes tem participação de Ana Frango Elétrico e produção de Gustavo Ruiz, e traz na letra vários momentos diferentes de uma pessoa durante o amor: “às vezes escape, outras vezes encontro”, “às vezes menino, outras vezes sequoia”, com o verso “eu sou pra você o que a hora pedir”, no refrão. “São as várias facetas que o amor pode mostrar em uma relação”, diz Lulina, que na faixa conta com Ana cantando e tocando pianette, Jorge Continentino na flauta em sol, Marlon Sette no trombone e Dudu Tsuda nos sintetizadores. Além de Gustavo, outros produtores trabalham nas faixas de Sinuosa – entre eles, Maria Beraldo, Kiko Dinucci, Joana Queiroz e Batata Boy.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Um post compartilhado por Lulina (@lulina13)

“O nome Sinuosa é inspirado na temática que costura as diferentes canções do álbum: o fato de nossos caminhos tomarem rumos inesperados e desvios que nos escapam do controle e que nos levam muitas vezes a boas surpresas e descobertas”, informou Lulina no Instagram ao mostrar a capa do álbum, com design de Bruno Vespoli que exibe obra da artista plástica Ana Prata.

“Mas o disco é sinuoso também no processo de produção: cada música foi entregue a um produtor diferente, convidado a levar a canção a caminhos novos e resultados inesperados para a própria compositora, que abria mão do controle para ser surpreendida, transformando o próprio conceito do álbum em sua experiência”, continua, afirmando que a imagem da capa traduz a essência do álbum. “O ouvinte se sente como aquele cachorrinho no retrovisor, levado pelo carro para algum destino que ele desconhece, mas que não o impede de curtir o caminho”, diz.

E Outras vezes tá aí.

Foto: Divulgação

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“Meu novo álbum, ‘Music, fashion, film’, será lançado em 24 de julho”, avisa Charli XCX

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Tem mais um lado B de Charli XCX, "Playboy bunny" (Foto: Divulgação)

E tá aí o que todo mundo queria: o disco novo de Charli XCX já tem capa, título e data de lançamento, conforme anunciado pela cantora nas redes sociais. “Meu novo álbum, Music, fashion, film, será lançado em 24 de julho. 11 músicas, 30 minutos e 5 segundos. Disponível para pré-venda agora. Amo vocês xx”.

A capa do álbum tem uma foto em preto e branco em que surgem John Cale, Marc Jacobs e Martin Scorsese representando cada uma das mídias (música, moda e cinema, enfim). Vai ser o primeiro grande passo dela após o sucesso de Brat (2024), disco que virou mania e praticamente foi transformado em meme.

Capa do álbum Music, Fashion, Film, de Charli XCX

Enquanto o disco novo não saía, Charli lançou o filme satírico The moment e lançou a trilha sonora do filme O morro dos ventos uivantes – que continua House, com participação de Cale. Os singles Rock music e SS26 foram precedidos por declarações dela à revista Vogue britânica, falando que o novo álbum seria bem diferente de Brat. Na conversa, ela tocou uma música inédita cheia de riffs de guitarra, e disse que “acho que a pista de dança está morta, então agora estamos fazendo rock”.

O disco surgiu de uma temporada em Paris (“sabíamos que seria um período muito agitado e intenso, e gostamos de criar nesse tipo de atmosfera”) e da ideia de não se repetir. “Se eu tivesse feito outro álbum com uma pegada mais dançante, teria sido muito difícil, muito triste. O que me interessa é expandir as possibilidades da minha perspectiva sobre isso”, contou.

Já os produtores AG Cook, Finn Keane e George Daniel já descreveram o próximo álbum como “anti-Brat“, e Charli disse que explorou “muita coisa com cordas”, além dos elementos de rock. E o site Dork, por acaso, relembrou que Charli, entre 2013 e 2014, foi pra Suécia gravar um disco de punk rock com o produtor Patrick Berger, que acabou arquivado. Já Charli, por sua vez, adotou o confusionismo pop e declarou que “nunca disse que estava fazendo um disco de rock” (de certa forma, é verdade: ela só falou que estava fazendo “rock music” quando lançou o single de mesmo nome – mas esse truque é velho).

Um outro detalhe sobre o entorno de Music, fashion, film, é que Charli anda lançando os singles do álbum com lados-B que saem apenas em vinil, com clipes publicados numa conta alternativa de Instagram, @b.sides. I keep thinking about you every single day and night foi o lado B de Rock music, e Playboy bunny, o de SS26. Charli não disponibilizou as músicas em nenhuma plataforma e liberou os fãs para riparem o áudio delas, se quiserem – tanto que os clipes só foram upados no YouTube pelos fãs, já que ela nem fez isso.

Nós apostamos aqui no Pop Fantasma que em vez de ela colocar os lados B nas plataformas, ele iria lançar uma box set com os singles em vários formatos. Não há nada certo ainda, mas se valer o que ela andou falando nas redes sociai, chegamos perto.

“Os lados B nunca vão entrar no streaming, eu acho, isso pode mudar, mas agora eu realmente não acho… Eu só queria que eles ficassem aqui, por enquanto, e também vou prensar cada lado B em um vinil de sete polegadas”, disse ela. “Basicamente, eu fiz um disco e, enquanto o fazia, compus algumas músicas que pareciam fazer parte do universo do álbum, mas eu meio que sabia que elas nunca entrariam no álbum”.

RECADINHOS? SS26, a música mais recente, parece recado para alguém, ou alguéns. “Quando o mundo estiver prestes a acabar, não haverá esperança para nada / sim, estamos caminhando numa pista que leva direto ao inferno / nada vai nos salvar, nem a música, a moda ou o cinema”, diz um verso.

“Acho que minhas posições políticas poderiam funcionar como estratégia de imprensa / e minha herança cultural poderia me dar uma grande vantagem competitiva”, diz outro. “Fui hackeada / obviamente, foi tirado de contexto / mas eu não fiz isso / mesmo que eu fizesse / escrevi um pedido de desculpas muito bom usando um aplicativo de notas”, diz outro.

Usando um pouco de imaginação, dá pra enxergar na letra os dramas dos influenciadores que bostejam na internet e são cancelados, as heranças culturais de alguns artistas (Rosalía?) e o descontentamento com algum artista que emitiu opiniões políticas rasas – não está claro quem são os destinatários das frases e Charli pode estar até sacaneando a si própria, ou ao circo pop de 2026 como um todo. Vai saber.

Seja como for, as declarações de Charli de que “a pista de dança está morta”, supostamente irritaram até Madonna, que lança o dançante Confessions II em 3 de julho, e andou dividindo o palco com Sabrina Carpenter no festival Coachella. Isso porque Madonna publicou uma mensagem no instagram com novas fotos suas, e a frase “se a sua pista de dança parece morta, talvez você esteja tocando a música errada” (Rock music, a música de Charli, diz que “acho que a pista de dança está morta / então agora estamos fazendo rock”).

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Mick Jagger quer os Rolling Stones na estrada de novo “o mais breve possível”

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Mick Jagger -Foto: Raph_PH (Wikimedia Commons)

Parece que Mick Jagger já está contando os dias para colocar os Rolling Stones na estrada de novo. Em papo com a BBC Radio 2 ao lado de Ronnie Wood, no programa Tracks of my years, o cantor disse que está ansioso para voltar aos palcos “o quanto antes” – embora tenha avisado que isso não deve rolar em 2026. “Não acho que será este ano. Mas espero que seja o mais breve possível”, disse.

A conversa acontece em meio à expectativa pelo novo álbum da banda, Foreign tongues, que sai em 10 de julho. O disco terá uma lista pesada de convidados, com Paul McCartney, Robert Smith e Steve Winwood, além de registros gravados por Charlie Watts antes de sua morte. O álbum foi gravado em menos de um mês no Metropolis Studios, em West London, com o produtor Andrew Watt.

  • Mais sobre Foreign tongues aqui.

Enquanto Jagger fala em retomada, mas faz questão de dizer que não é pra agora, Keith Richards também joga um pouco de água fria na história – mas sem animar nem um pouco os fãs. O guitarrista afirmou que não existe plano de turnê para 2026 e que, neste momento, a prioridade é colocar o novo disco no mundo antes de pensar nos próximos movimentos. Talvez ano que vem.

Os Stones estão fora dos palcos desde a turnê do álbum anterior, Hackney diamonds, encerrada em 2024. No final de 2025, a banda cancelou os planos para uma turnê em estádios no Reino Unido e na Europa, que rolaria neste ano. Mesmo sem agenda confirmada, o clima entre os integrantes dá a entender que a despedida ainda não aconteceu, e que vai rolar.

Foto: Raph_PH (Wikimedia Commons)

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