Cultura Pop
Handwich: o sanduíche de casquinha da Disney (!)

Já pensou que divertido comer um sanduíche que você segura pela casquinha, como se fosse um sorvete? Não é cool, bacana e descolado? Bom, não é nem um pouco, mas a Disney (veja bem, a DISNEY) apostou no formato entre os anos 1980 e 1990. O Handwich, ou “sanduíche do futuro”, foi vendido nas dependências do Walt Disney World Resort por alguns tempos. E depois foi abandonado porque, sinceramente, aquilo podia ser até uma iguaria que as pessoas talvez curtissem comer por algum tempo, mas não parecia ser aquilo tudo.

Uma espécie de materialização daqueles momentos em que você abre um pote de sorvete no congelador e encontra feijão, o Handwich começou a ser vendido em 1986, numa época em que a Disney estava interessadíssima em trabalhar com “comida divertida”, seja lá o que for isso. Entre os sabores vendidos, estavam frango e chili.
O visual lembrava um pouco o de um temaki super-desenvolvido e a ideia central era a de que se tratava de um sanduíche para segurar direitinho e comer com uma só mão (ué, mas o conceito de “sanduíche” não é esse?). Na época, de qualquer jeito, a venda de hot dogs era bem maior do que a de Handwiches e a coisa foi ficando complicada.
Curiosamente, a Disney nunca desistiu do formato e volta e meia voltou com os cones de sanduíche, no restaurante da empresa no Hollywood Studios – mas tudo foi descontinuado. E o canal Defunctland contou toda a história do tal sanduíche-para-se-comer-com-uma-só-mão, cabendo ainda uma receita de como fazer os tais Handwiches (sim, tem no vídeo).
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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