Cultura Pop
Grace Slick: um papo sobre álcool e drogas num talk-show

Lembra daquela época em que você podia ligar a TV no fim da tarde e assistir a um simpático talk show com a participação de um roqueiro que já foi muito doido, falando a respeito da época em que todo mundo pegava pesado, e de por que ele largou a loucura?
Bom, se você morava na Bay Area de San Francisco, Califórnia, em 22 de fevereiro de 1984, e ligou a TV na CBS local (KPIX-TV) deu a sorte de pegar ninguém menos que a ex-vocalista do Jefferson Airplane, Grace Slick, lançando seu LP solo “Software” e dando uma entrevista para o programa “People are talking in the afternoon”. Com um visual new wave inimaginável (se bem que naquela época até Robert Plant, do Led Zeppelin, tinha mullet), Grace conversou com os apresentadores Ann Fraser e Ross McGowan, brincou com o rótulo de “a primeira lady do rock n roll”, cantou “All or nothing at all” (sucesso de Frank Sinatra) para explicar por que deixou o álcool e as drogas de vez e confessou ter demorado demais para tomar essa decisão. “Sou muito teimosa”, contou. Também lembrou que no começo dos anos 1970 provavelmente estava consumindo drogas na mesma intensidade que Jimi Hendrix e Janis Joplin, mortos 14 anos antes.
“É como uma roleta russa. O micrograma que você toma num dia não vale a mesma coisa no dia seguinte. Cada um tem uma química diferente”, contou. “Nunca usei heroína porque dava muito trabalho. Adoraria dizer que sou moralmente contra, mas é porque você tinha que ter o material, se injetar, achar uma veia. Álcool era mais conveniente e eu sou preguiçosa. A primeira pessoa que vi usando heroína foi um cara que me falaram que era um grande músico. O cara estava num estúdio, com baba caindo do canto da boca. Falei: ‘Isso não parece divertido'”.
O visual novo não foi à toa, já que Grace estava se esforçando para levar seu som para a new wave e para o synth pop em “Software”, que acabou sendo seu último disco solo. Poucos anos antes, ela realmente tinha deixado o Jefferson Starship (encarnação “moderninha” do Airplane) para se tratar do alcoolismo.
E nesta segunda (13) fez sucesso na internet um áudio com os vocais separados de Grace Slick no hit do Jefferson, “White rabbit”. Confira aí.
https://www.youtube.com/watch?v=eChgEiovCww
E pega o disco “Software” aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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