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Cultura Pop

Action figures de filósofos, com super poderes

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Action figures de filósofos, com super poderes

Os Estados Unidos, vamos dizer assim, não são exatamente o país da filosofia. Mas são o berço da cultura dos super-heróis, seja em quadrinhos, desenhos animados, filmes ou brinquedos, ou tudo isso junto. Um estudante de filosofia norte-americano chamado Ian Wandewalker fascinado pelo assunto, e por brinquedos, decidiu combinar as duas coisas e criou action figures de filósofos conhecidos.

A essa altura – já que fez isso em 2004 – Ian já deve estar dando aula em alguma universidade. A inspiração dele foi um action figure que viu certa vez do economista Adam Smith, cujo poder era a “mão invísível” (brincadeira, claro, com a teoria de mesmo nome criada por Smith). E o trabalho de Ian envolveu brincar um pouco com as características de cada filósofo. Aristóteles ganha sua teoria da “substância primária” como item colecionável.

Action figures de filósofos, com super poderes

René Descartes, que teorizava sobre o que seria uma ideia clara e distinta, ganhou um boneco que vem com um “soco claro e distinto”.

Action figures de filósofos, com super poderes

Citando Sócrates (o filósofo, não o saudoso jogador de futebol), Platão citava a teoria da linha dividida como base para ensinar filosofia. A “linha” é um dos acessórios do boneco de Platão.

Action figures de filósofos, com super poderes

São Tomas de Aquino, em sua Suma Teológica, dizia que havia cinco vias para provas a existência de Deus. O action figure do filósofo religioso tem “cinco maneiras” de batalhar.

Action figures de filósofos, com super poderes

E por aí vai, tem vários outros. Aparentemente, Ian tirou do ar o site no qual explicava qual era a de cada herói. Alguns sites vêm replicando a obra dele – o criador desse blog aqui até escreveu algumas coisas sobre cada action figure, além de reproduzir muita coisa do texto original de Ian.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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