Cultura Pop
Fã expande capa de “Californication”, de Red Hot Chili Peppers, com Inteligência Artificial

O site RHCP Brasil brincou com a nova ferramenta do Photoshop que completa imagens com o uso de Inteligência Artificial e recriou a capa do disco dos Red Hot Chili Peppers Californication (1999).
Em seu site oficial, a Adobe descreve o novo recurso do Photoshop como um “conjunto revolucionário e mágico que permite adicionar, ampliar ou remover conteúdo das suas imagens de forma não destrutiva”. O autor da nova versão da capa contou que nem foi preciso muito trabalho: ele só selecionou um pedaço da imagem e deu o comando para que o programa gerasse o complemento. O passo a passo tá todo aqui. E a foto nova segue abaixo.

O criador da foto revelou ter tido a ideia após ver o que um usuário do sistema fez com a capa do Nevermind, disco do Nirvana.
Протестировал Адобовский #GenerativeFill на обложках популярных альбомов. Показываю в треде. pic.twitter.com/hNaiS1tQEB
— Dobrokotov (@dobrokotov) May 27, 2023
O criador de conteúdo Jeferfon Menezes também havia expandido várias capas de LPs nacionais com Inteligência Artificial, e colocou todas no Twitter. Álbuns como Cabeça dinossauro (Titãs) e Chega de saudade (João Gilberto) ganharam profundidade ou detalhes que as capas originais não traziam. Confira abaixo:
Álbuns brasileiros além do limite da foto, gerado por IA:
Chega de Saudade, João Gilberto pic.twitter.com/s7VGzii3gD
— Jéferfon Menezes – jefinhomenes no blue sky (@JefinhoMenes) May 29, 2023
Racionais, Nada como um dia após o outro (????) pic.twitter.com/jX0d9nTFwp
— Jéferfon Menezes – jefinhomenes no blue sky (@JefinhoMenes) May 29, 2023
Clube da Esquina, Milton Nascimento e Lô Borges pic.twitter.com/dunGlsmlDW
— Jéferfon Menezes – jefinhomenes no blue sky (@JefinhoMenes) May 29, 2023
E há alguns dias, Roberto de Carvalho publicou a capa do LP Rita Lee & Roberto de Carvalho (1982, do hit Flagra), expandida.
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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