Cultura Pop
Douchka: embaixadora do mundo Disney na França

Os Estados Unidos têm cantores como Justin Timberlake e Britney Spears como grandes nomes do pop saídos do universo Disney. E a França tem Douchka Esposito. Embaixadora da Disney na França de 1984 a 1989, ela já tinha mais de 20 anos quando ganhou o cargo. E era uma estrelinha pós-adolescente local, como Britney seria depois.
Isso aí é ela em 1984 mostrando o hit Mickey, Donald et moi, ao lado de dois bailarinos fantasiados de Mickey e Pato Donald. Você pode nunca ter escutado essa música, mas na França ela vendeu mais de 400 mil discos. E foi um dos maiores hits daquele ano. Não é melhor que a Carreta Furacão, mas dá uma animada.
Douchka é filha da comediante Pascale Petit e do cantor e compositor Giani Esposito. Foi modelo antes de virar Embaixadora da Disney e passar a cantar. Depois de Mickey, Donald et moi, vieram outros hits na mesma linha. Ela lançou Élémentaire, mon cher Baloo (referência ao urso do desenho Mogli) e Bernard et Bianca. Tudo isso fez um baita dum sucesso na França.
Não foi um período que durou muito tempo, já que ela rompeu o contato com a Disney no fim dos anos 1980. Casou em 1990 com o CEO de gravadora Angelo di Napoli, teve três filhos, largou a carreira musical e entrou numa espiral bizarra de autodestruição. Chegou a tentar o suicídio aos 29, em 1995. Em 1997, voltou ao repertório infantil gravando as músicas da trilha do desenho franco-canadense Princesa Sissi. Dois anos depois, com problemas financeiros, aceitou posar nua para uma revista. Num papo com a edição francesa do site Pure People, lembra de ter bebido umas doses a mais para se soltar nas fotos e quase entrou em coma alcoólico.
https://www.youtube.com/watch?v=NjQH79xvLQk
Nos últimos anos, Douchka (hoje com 54) andou tentando fazer uns retornos à música. Passou pelo The Voice francês cantando a Ave Maria de Caccini. Deu ruim: nenhum dos jurados virou-se para ela. No ano passado, gravou The clown, disco em homenagem a seu pai, com o repertório dele. Já era um sonho que ela tinha fazia tempo. “Fico muito emocionada cantando as músicas e sinto que a alma dele vive em mim”, contou à Pure People.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.







































