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Cultura Pop

Diversão cruel: jogaram no YouTube todos os episódios de Space Cadets

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Diversão cruel: jogaram no YouTube todos os episódios de Space Cadets

Imagine a situação: você é o participante de um reality show, que promete a você um prêmio – seja o que for, dinheiro, uma viagem, uma festa, etc. No final, quando está tudo certo para você ser considerado o grande vencedor, você descobre que tudo não passou de uma brincadeirinha, e que o único que não sabia disso era você. E tem uma plateia se divertindo bastante à sua custa.

Foi isso o que aconteceu com os participantes de um reality show chamado Space cadets, levado ao ar em dez episódios pelo Channel 4 britânico entre 7 e 16 de dezembro de 2005. Space cadets foi criação de um braço inglês da Endemol, a Zeppotron. E transformou em estrelas da TV pessoas que responderam a um anúncio de jornal a procura de “caçadores de emoções”. E que seriam os primeiros participantes de um reality show enviados para o espaço. Foi dito aos sujeitos (e sujeitas) que eles passariam por treinamento numa base militar russa antes de orbitarem pelo espaço. Tudo cascata da grossa, lógico.

Alguém subiu pro YouTube todos os dez episódios da série. Infelizmente sem legendas. Abaixo, você confere a parte 1.

Essa brincanagem do Channel 4 custou cerca de cinco milhões de euros. E envolveu atores infiltrados na turma, além de muito esforço para ninguém desconfiar que não estavam na Rússia. Para não despertar suspeitas, a produção deixou de fora gente que sabia demais a respeito de viagens espaciais (e poderia detectar fraudes com poucas perguntas). Todos os participantes tiveram que dar o nome de um parente ou amigo – que, contactado pela produção, dava a palavra final sobre se o coitado tinha condições emocionais de participar do “experimento” ou não.

Aos que acompanhavam em casa, restava rir de situações bizarras, como os testes absolutamente cômicos e que de nada serviam para quem participava de uma missão espacial. Um deles testava a memória e o senso de direção dos participantes em relação ao sistema solar. Como já estava dando bandeira demais, alguns “cosmonautas” já estavam desconfiando de que não tinham ido até a Rússia coisíssima nenhuma. E que àquela altura, jamais tinham deixado o Planeta Terra.

O momento final seria trágico se não fosse cômico. Os participantes descobriam que estavam num simulador montado num estúdio. E – muito pior – que havia uma plateia assistindo ao vivo, como numa eliminação do Big Brother Brasil.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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