Cultura Pop
Devo: banda descobriu gravação de 1978 ao lado de David Bowie

Existe uma fita com uma gravação que reúne o Devo, David Bowie, Brian Eno e Holger Czukay, do Can. Essa turma do barulho se encontrou em meio às gravações do primeiro disco do Devo, Q: Are we not men?, A: We are Devo! (1978). O disco foi gravado em Colônia, na Alemanha, no estúdio do produtor Conny Plank. Eno produziu o disco com ajuda de Bowie, que na época morava em Berlim e filmava Apenas um gigolô.
A info foi divulgada pelo site Dangerous Minds. Quem falou sobre a gravação foi justamente um dos fundadores do Devo, Mark Mothersbaugh, durante o evento Songs Stories: Bowie, na Sonos Store, em Manhattan. Mark não explicou o que deve ser feito com o material. “Ainda nem escutei, acabei de encontrar a fita”, contou ele, que dividiu o palco no evento com Meredith Graves (Perfect Pussy), o fotógrafo Mick Rock, Nikki Sixx (Mötley Crüe) e o moderador Rob Sheffield. A ideia era que cada um contasse uma história sobre Bowie e a emparelhasse com uma música do artista.
Mark contou também que a banda conseguiu contrato com a Warner (e a produção de Eno) por causa da influência de Bowie. “Ele chegou na gente após um show no Max’s Kansas City e disse que adoraria nos produzir. Dissemos que não tínhamos nem contrato e ele: ‘Nem se preocupem, vou pagar por isso'”, contou.
Aliás, olha aí um papo de 50 minutos com Mark em que, entre outras coisas, ele fala de Bowie.
Falando no Devo, já viu o que eles estão lançando? Devo: The brand/Devo: Unmasked é um livro de 300 páginas com fotos raríssimas da banda, incluindo até imagens de infância dos integrantes.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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