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Cultura Pop

DeFalla em 1991 em Duque de Caxias: “Hardcore-funk é a música do futuro, quem não abrir os olhos tá morto”

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DeFalla em 1991 em Duque de Caxias: "Hardcore-funk é a música do futuro, quem não abrir os olhos tá morto"

Quem lembra é Vital Cavalcante, na indispensável comunidade 90Under, do Facebook. Em 1991, ano em que o DeFalla retornou como power trio (Edu K na voz e na guitarra, Flávio Santos no baixo e Castor Daudt na bateria) e gravou o podríssimo We give a shit, a banda sofreu mais uma transmutação.

Numa época em que nem mesmo o Red Hot Chili Peppers ainda era tão popular no Brasil, o DeFalla ressurgiu virado em grupo de funk-hardcore-rap-metal, bem antes desse tipo de crossover virar moda por aqui. Vieram inclusive ao Rio dar dois shows (um no Garage, na Praça da Bandeira, e outro no Tutti-Frutti, em Duque de Caxias) em que mostraram a nova fase aos fãs, e dividiram opiniões. No caso do Tutti-Frutti, encararam um público formado exclusivamente por bangers radicais, que detestaram a apresentação, ofenderam os músicos e quase saíram na porrada com o grupo. Na época, o DeFalla já nem era mais um trio: haviam evoluído para quarteto, com Marcelo Fornazzier na guitarra.

Um fragmento dessa maluquice já foi devidamente digitalizado pelo Vital e está no YouTube: a banda tocando Shake the headquake, música que estava na demo Megablasts from hell, gravada pela banda em 1991 já com a cabeça no metal e os pés no funk, adiantando o som que eles estariam fazendo a partir de 1992.

Edu K, bastante vaiado pelo público, discursa para a plateia. “Eu esperava encontrar um monte de satan ghost la no Garage, no Rio, mas aconteceu exatamente o contrário. A gente encontrou um monte de pessoas que curte funk e hardcore juntos, curtem crossover. É a musica do futuro, quem não abrir os olhos tá morto. O que é mais incrível é que eu pensei que aqui eu ia encontrar um pessoal que gostava de funk, mas foi exatamente o contrário. Mas foda-se”, disse, antes de chamar para o pau um “fã” que o ofendia.

O papo sobre a gravação do Tutti-Frutti andou rendendo na 90Under. Olha aí.

DeFalla em 1991 em Duque de Caxias: "Hardcore-funk é a música do futuro, quem não abrir os olhos tá morto" DeFalla em 1991 em Duque de Caxias: "Hardcore-funk é a música do futuro, quem não abrir os olhos tá morto" DeFalla em 1991 em Duque de Caxias: "Hardcore-funk é a música do futuro, quem não abrir os olhos tá morto"

A demo Megablasts from hell inteira aí.

https://www.youtube.com/watch?v=rfhhjdZQ8Po

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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