Cultura Pop
Debbie Harry no TV Party ensinando a dançar o pogo

Com fins educacionais e não-lucrativos, a TV a cabo de acesso público virou mania nos Estados Unidos nos anos 1970, e rendeu vários programas interessantes que, com sorte, você encontra no YouTube. Aqui no POP FANTASMA, você já viu exemplos legais aqui, aqui e aqui. Uma das atrações mais bacanas desse tipo de transmissão foi o TV Party, apresentado por Glenn O’Brien e exibido em Nova York.
Glenn, que depois se tornou jornalista, escritor e editor especializado em arte e moda (infelizmente foi pro andar de cima em 2017, vitimado por uma pneumonia), tinha como parceiro Chris Stein, do Blondie. De 1978 a 1982, período em que durou o programa, O’Brien colocou na lista de convidados vários nomes definitivos para se compreender a movimentação do punk e da new wave. Clash, Kid Creole, Iggy Pop, David Bowie e Klaus Nomi, por exemplo, estiveram na atração.
O TV Party foi tão importante – e serviu como uma espécie de Top of the pops particular de muita gente – que em 2005 uma empresa chamada Brink Films lançou vários episódios em DVD. E saiu também TV Party: The documentary, dirigido por Danny Vinik. O filme está inteirinho (infelizmente sem legendas em português ou mesmo em inglês) no site do programa Night flight. Vale assistir.
Quem esteve algumas vezes na atração foi – lógico – o Blondie, banda do co-apresentador Chris Stein. Em uma das aparições mais malucas da vocalista Debbie Harry por lá, ela foi de “convidada secreta”, usando uma máscara de lutador (não enganou ninguém, já que os telespectadores ligaram para lá para avisar que a reconheceram de cara). Esse momento, ninguém colocou separadinho no YouTube – mas tem no documentário.

E abaixo, você pega Debbie Harry em 1978, soltinha da Silva, ensinando o público americano a dançar o pogo – aquela dança punk executada aos saltos. Para incrementar a demonstração, ela pega um pula-pula para ensinar como é que funcionava a parada. Antes, explica que tinha ouvido de um amigo que o pogo andava meio fora de moda. A banda do programa (sim, tinha uma) acompanha fazendo barulho.
Aproveite e leve de brinde o Blondie em 1979 no TV Party, tocando o hit The tide is high.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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