Cultura Pop
David Letterman reúne trechos de entrevistas importantes em canal do YouTube

O jornalista Dafne Sampaio informou pelo Twitter e a gente reproduz aqui porque é um assunto importante: o Late night with David Letterman completou 40 anos no dia 1º de fevereiro. E a equipe do próprio Letterman, subiu, para comemorar, várias entrevistas históricas (ou não) do programa para um canal no YouTube.
O canal não está super hiper organizado e sobe as entrevistas aleatoriamente. “Esses destaques foram produzidos artesanalmente, cuidadosamente selecionados e escolhidos completamente ao acaso por um computador antigo que costumava escolher números para a loteria de Nova York nos anos 90”, afirmam num texto do canal.
Por lá é possível encontrar inúmeros momentos do programa que, se você perdeu, tem que ver agora mesmo. Um deles, você imaginar, é a infame entrevista de Joaquin Phoenix à atração, em 2009 (e a entrevista está registrada exatamente como “a infame entrevista de Joaquin Phoenix”).
No tal papo, você talvez saiba, Joaquin diz que estava deixando de atuar e iria se dedicar à música. Na verdade, nessa época, ele estava trabalhando junto com Casey Affleck no documentário-de-mentira I’m still here, que justamente seguia o ator a partir do momento em que ele estava largando a atuação para supostamente virar rapper (!). Barbudo, desgrenhado e de óculos escuros, e parecendo meio fora de órbita, Phoenix passa o tempo todo avacalhando a entrevista. O portal The Things lança a ideia de que ele estava vivendo ali o personagem do filme, e ainda por cima diz que o papo com Letterman é semelhante ao do Coringa (interpretado por Phoenix) no Murray Franklin Show, atração televisiva fictícia do filme de Todd Phillips.
Beyoncé foi lá explicar sobre o fim da Destiny’s Child (“estamos juntas desde os 9 anos de idade, temos sonhos individuais, mas continuamos as melhores amigas umas das outras”, explicou), e outros assuntos.
Um papo bem legal com Martin Scorsese, pouco depois de sair o filme Touro indomável, logo no comecinho do programa, em fevereiro de 1982. Martin diz que Letterman inspirou filme. Isso porque a equipe ficava na sala de edição assistindo ao programa matinal do apresentador, que foi tirado do ar 18 semanas após ter começado (o diretor chegou a mandar um telegrama de agradecimento a Letterman).
Em 2012, na comemoração de 50 anos dos Rolling Stones, Mick Jagger esteve por lá mostrando a lista das dez coisas que ele aprendeu durante sua carreira. Alguns dos conselhos dariam o gelo do cancelamento ao cantor hoje em dia. Entre os itens, “ninguém está interessado em te ouvir quando você está falando sobre seu novo disco”, “nunca ouça conselhos amorosos de Phil Spector”, “antes de saudar ‘alô, Seattle!’, certifique-se de que você está mesmo em Seattle” e outros.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.






































