Cultura Pop
“Cult Rockers: Mainstream Rebels”: clássicos de Replacements, Suicide e Alex Chilton numa coletânea fodástica

Um amigo aqui do POP FANTASMA, o Leonardo José, nos informou a respeito de uma coletânea excelente chamada Cult rockers: Mainstream rebels.

O disco foi lançado em CD por um selo norte-americano chamado Beloved Recordings e é a melhor maneira de você conseguir ter num disco só músicas de gente como Talking Heads (Psycho killer), Alex Chilton (Can’t seem to make you mine), Replacements (Alex Chilton), Suicide (Ghost rider), Butthole Surfers (a mordaz Debbie Gibson is pregnant with my two-headed love child). E tem também Roky Erickson com seu clássico Two headed dog.
Além dos Talking Heads, outro nome mais “mainstream” do disco são os Smiths, com William, it was really nothing. Tem também Elvis Costello, Lou Reed, Iggy Pop.
Se você nunca ouviu falar desse disco na vida, ele chegou a ser lançado no Brasil pelo falecido selo Abril Music, na década passada, com outra capa.

Possivelmente foi a primeira vez que Two headed dog foi lançada em qualquer formato por aqui, Não dá para dizer com certeza porque, nos anos 1990, o que mais aparecia eram selinhos pequenos lançando coletâneas que eram vendidas a R$ 10 em lojas de departamentos. E esses discos traziam desde gravações de grandes gravadoras, licenciadas sabe-se lá como, até músicas de bandas absolutamente desconhecidas por aqui.
Pensei: “E se eu fosse no Mercado Livre tentar achar uma cópia pra comprar?”. Bom, tem tanto a cópia da Abril Music lá, quando a importada. Tudo por um preço que chega a R$ 40, R$ 42. Mas não animei de gastar grana com um CD que não vai virar uma puta peça de coleção.
Bom, esse texto é só pra avisar que eu achei mais vantajoso ir no Spotify e fazer logo uma playlist com as músicas da coletânea. Tá tudo aí. Só fico devendo a versão de estúdio de Spasticus autisticus, de Ian Dury. Achei uma ao vivo.
De brinde, pegue aí uma playlist que fiz com as músicas da coletânea A revista pop apresenta o punk rock, lançada pela Philips em 1977. Faltam só duas faixas que não achei no Spotify.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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