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Quem somos

A definição mais tranquila e mais rápida do Pop Fantasma é: “Escutamos discos e falamos sobre eles. Fazemos artigos e reportagens sobre música, entrevistamos gente ligada à música e temos um podcast”.

Pois é, isso é o que a gente faz diariamente. Mas aproveitamos para dizer também que o Pop Fantasma é um site de música e cultura pop que acompanha os lançamentos de hoje com o olhar de quem já ouviu muita coisa e continua curioso. Aqui, cada resenha, entrevista ou podcast parte da paixão por descobrir o novo – mas sempre com memória, contexto e um ouvido treinado por décadas de som.

Do disco recém-lançado ao artista obscuro que você não conhecia, o Pop Fantasma mistura presente e passado pra contar boas histórias e ampliar a escuta. É conteúdo feito por quem gosta de vasculhar, entender e curtir música com atenção, sem hype vazio e sem nostalgia vazia.

Quem escreve, pesquisa e apresenta tudo é o jornalista Ricardo Schott – e o Pop Fantasma é, ao mesmo tempo, um acervo, uma conversa de fã pra fã, e um radar afinado pra tudo o que importa na cultura pop.

SEÇÕES DO SITE:

OUVIMOS: as nossas críticas de discos, com notas que vão de 5 (não gostamos) a 10 (excepcional pra burro).

DESCUBRA AGORA: curiosidades sobre tudo que a gente quiser, desde que tenha música no meio.

4 DISCOS: 4 discos (ora ora) de um/uma artista ou banda.

POP FANTASMA DOCUMENTO: nosso podcast quinzenal, sempre com uma fatia de vida, uma contação de histórias sobre um artista ou banda.

RANKINGS: os melhores discos ouvidos num mês, num ano, num semestre.

ENTREVISTAS e matérias/reportagens soltas sobre algum assunto que a gente adore 🙂 .

RADAR: músicas que estão no nosso (ora ora) radar de novidades, e que chegaram até nós porque a gente fuçou por aí, ou pelo Groover – uma plataforma onde artistas fazem contato com jornalistas, curadores de playlists, podcasters, etc.

 

QUEM FAZ

Ricardo Schott (Foto: Ricardo Schott)

Quase tudo no Pop Fantasma é feito por mim mesmo, Ricardo Schott, o cara da foto aí de cima. Nasci em 15 de novembro de 1974 em Niterói (RJ). Não tenho jornalistas na família. Minhas maiores influências foram o Jornal do Brasil dos anos 1980 e a revista Bizz. Me formei em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Tenho passagens por redações como as do Jornal do Brasil (opa) e do O Dia. Colaborei com revistas como Bizz (olha!), Billboard, Rolling Stone, Backstage, International Magazine e Mundo Estranho. Você acha todo meu material escrito pro Jornal do Brasil na hemeroteca digital da Biblioteca Nacional.

Em rádio, apresentei por quatro anos o programa de rock Acorde, na Rádio Roquette-Pinto 94.1 FM. Você já deve ter visto minha fuça na TV nos programas Por trás da canção (do Canal Bis) e A trilha do rock no Brasil (Canal Brasil). Apareci neles como entrevistado, em alguns episódios. Bom, uma vez fui reconhecido na rua (sério!) por ter aparecido numa foto publicada num portal, enquanto entrevistava a cantora Paula Fernandes. Você pode conferir esse momento clicando aqui – eu sou o da esquerda, na segunda foto.

Também sou autor dos seguintes livros: Terra Trio – Uma família musical com os pés na Terra (Ed. Sonora) e Heróis da guitarra brasileira (Ed. Vitale), este junto com Leandro Souto Maior. Colaborei com um texto sobre o disco de 1973 de Guilherme Lamounier para o livro 1973 – O ano que reinventou a MPB (Ed. Sonora),  organizado por Célio Albuquerque. E com outro texto para o livro 1979  – O ano que ressignificou a MPB, sobre o segundo disco de Fabio Jr, igualmente organizado pelo Célio (Ed. Garota FM Books).

Outros livros com os quais eu colaborei com textos: os dois do meu amigo Leandro Souto Maior, Jimmy Page no Brasil e Paul McCartney no Brasil (ambos Garota FM Books), De tudo se faz canção – 50 anos do Clube da Esquina, organizado por Chris Fuscaldo e Marcio Borges (Garota FM Books), além do ebook I antologia Niterói hoje, com contos escritos por autores de Niterói (Ed. Niterói Livros) – é, lá eu estreei como contista.

Ah, também fui um dos ganhadores do Prêmio Petrobras de Jornalismo 2015 na categoria Regional – Reportagem Cultural. E volta e meia participo de mesas, palestras e etc. Olha eu aí no festival Se Rasgum, de Belém, em 2022.

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Ouvimos: Laufey – “A very Laufey holiday” (Santa Claus is coming to town edition)

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Ouvimos: Emicida – “Emicida Racional VL.3: As aventuras de DJ Relíquia e LRX” (mixtape) / “Emicida Racional VL.2: Mesmas cores e mesmos valores”

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Ouvimos: RosGos – “In this noise”

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Radar: Ebony, Marina Sena e Psirico, Tenório, Favourite Dealer, SantiYaguo, Zé Manoel

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Vamossive, de Posada, mistura folk nordestino, baião-rock e psicodelia afro-latina, com clima sonhador e percussão tranquila que soa como convite.
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Ouvimos: Posada – “Vamossive”

Como duo, o francês Pamplemousse mistura stoner, punk, grunge, psicodelia e vários experimentos sonoros em Porcelain.
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Ouvimos: Pamplemousse – “Porcelain”

Em Factory reset, Retail Drugs faz eletropunk ruidoso com baixo distorcido e ironia ácida sobre trabalho, redes sociais e a vida real.
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Ouvimos: Retail Drugs – “Factory reset”

Em Novo testamento, Ajuliacosta faz um manifesto em rap e r&b: existencial, direto e vingativo, criticando machismo, mercado, fama e relações.
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Sea change, segundo disco do Lovepet Horror, mistura pós-punk, dream pop e ecos 80s em clima imersivo, dançante e sombrio, com guitarras ecoadas.
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Após seis anos, Of Monsters And Men volta com um disco indie folk mais real e celestial, que fala de saúde mental, amor em desgaste e franqueza emocional.
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