Cultura Pop
Conheça o Elvana, a mistura de Elvis e Nirvana

Você achava que estava faltando uma banda cover que tocasse os grandes sucessos do Nirvana tendo à frente UM COVER DO ELVIS PRESLEY? Não falta mais. Os rapazes aí desse vídeo são conhecidos como Elvana (Elvis Fronted Nirvana, enfim).
Curiosamente, apesar de serem uma banda dedicada às memórias de dois grande ícones do rock norte-americano – Kurt Cobain e Elvis Presley, cuja morte completa 40 anos em 16 de agosto – o Elvana veio de Newcastle, na Inglaterra. Em setembro voltam aos palcos, numa turnê que passa por lugares como Sheffield, Oxford e Liverpool, e chega depois à Irlanda. Os integrantes se apresentam como Elvis Cobain (voz), Danny Cobain (guitarra), Rob Novoselic (baixo), Bobby Grohl (bateria), dizem terem vindo de “Disgraceland” (numa referência mordaz à Graceland do Rei) e, para não fugir à regra, o vocalista imita Elvis na sua fase pós-anos 70, com costeletas e alguns quilos a mais (você já viu algum cover do Elvis Presley que não imitasse Elvis gordo?).
O Elvana também faz muitas brincadeiras unindo músicas e memorabília das duas bandas. Aqui os malucos fazem uma mistura estranha de Rape me (Nirvana) com Love me tender (Elvis).
Lembra do famoso logotipo “smiley face”, do Nirvana? Aqui, nessa imagem do Instagram do Elvana, a carinha aparece adornando uma das refeições preferidas do Rei do Rock (sanduíche de manteiga de amendoim, banana e bacon torrado, que até hoje é conhecido como Elvis sandwich).
https://www.instagram.com/p/BXcr9lalGpx
O grupo andou passando pelo palco do Camp Bestival, festival “irmão” do Bestival, realizado em Dorset (Inglaterra) e que tem a manha de ser um evento “para toda a família”, com atrações que vão do cover mexicano de Morrissey, Mexrissey, a Brian Wilson relendo o repertório do clássico Pet sounds, dos Beach Boys, passando pelo retorno das meninas do All Saints. Alguém subiu quatro vídeos (horrendos e absolutamente desfocados) do Elvana no festival.
https://www.youtube.com/watch?v=5SGZJXlrD28&list=PLf8jL7yaECLR-yEBcabnQuRam7VcdVJZL
O grupo costuma mostrar no YouTube teasers das versões que apresenta no palco, para divulgar os shows. Olha o de Lithium…
… o de Aneurysm…
… e esse é o de Breed (Breed Vegas, diz o nome).
A página do Elvana no Facebook traz algumas coisas que andaram saindo por aí sobre o grupo – que já apareceu na Kerrang! e na Noisey. Billy Idol aprovou o trabalho dos rapazes, a página oficial do Nirvana avisa que “o Rei vive!” (um clipe do grupo foi parar lá) e o MacSabbath avisa que o Elvana “é tão impressionante quanto parece” (se você não conhece o MacSabbath, é um grupo que faz covers do Black Sabbath parodiando tudo com trocadilhos ligados ao universo da fast food, e que se autorrotula como banda de “drive thru metal”).

E no tal papo com o Noisey, o vocalista diz que tinham uma banda, basicamente decidiram tocar covers numa festa e, para incrementar o número, resolveram partir para a imitação de Elvis. “É um troço maluco e até desconfortável, porque eu estou tentando fingir ser Kurt Cobain e Elvis ao mesmo tempo”, conta ele, afirmando que a banda contou também com o lado irônico da internet e das redes sociais. “Pensam que somos uma gozação com Elvis e Nirvana, mas somos muito fãs”.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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