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Cultura Pop

Chico Science: Especial MTV

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“Mangue é uma atitude, não limita só a uma batida. No lado ecológico é algo super fértil”. Morto no carnaval de 1997, no dia 2 de fevereiro, Chico Science acabou ganhando na época um especial da MTV no qual a emissora repassava todo o material que tinha disponível sobre ele em seus arquivos.

O programa tinha desde imagens importantíssimas do show do grupo no Hollywood Rock, em 1996, até trechos da cobertura das gravações de Da lama ao caos (1993), com Chico contando como foi conhecer o produtor Liminha, e explicando que o disco teria “dez ou doze” músicas. Ou imagens do cantor no Recife, com um caranguejo na mão, lembrando que na adolescência catava os bichinhos para vender, juntava com a grana que seus pais lhe davam e ia para os bailes de periferia. “Foi aí que conheci James Brown, black music…”, recordou.

Para quem morou ou vive no Recife, tem imagens de cortar o coração: Chico Science, dando uma de repórter do MTV No Ar, navegando num barco pelo Rio Capibaribe e mostrando aos espectadores o Edifício Capibaribe, “um dos primeiros prédios residenciais do Recife, e é especial para mim porque morei lá”. Ele também vai ao Largo São José e entrevista feirantes e moradores. “Se você gosta de boa informação, good vibes, música, sexo… Você é um mangue boy, você é uma mangue girl”, diz. Numa matéria de bastidores comandada por Fabio Massari, Chico ainda diz que a situação da banda ainda era de começo. “Muita diversão e grana zero”, brincou.

Aliás, lá pelos trinta minutos do vídeo, aproveite para saber tudo que Chico tinha a dizer sobre Afrociberdelia e sobre cada faixa do segundo e último disco dele com a Nação Zumbi. “Afrociberdelia anuncia a chegada do próximo século. O que podem fazer garotos dos subúrbios mais distantes do Brasil, um estágio da diversão”, conta.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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