Urgente
Chaka Khan vira uma gigante gentil no clipe de “Chakzilla”, sua nova música

Não são só os Rolling Stones nem o Deep Purple: tem outra veterana da música voltando com som novo em 2026. Chaka Khan, que estava sem lançar nada há mais de sete anos, voltou com Chakzilla, seu novo single, que sai pelo seu próprio selo, Earthsong Records, com distribuição e marketing mundial pela BMG. A música adianta um álbum novo dela, também chamado Chakzilla, previsto para 18 de setembro.
E nem é só isso: Chaka se torna uma super-heroína no clipe da faixa. Ela vai ao cinema assistir a um filme e…o filme conta a história de Chakzilla, uma Chaka Khan do tamanho do monstrengo Godzlla. Só que em vez de sair derrubando prédios e pegando carros de verdade como se fossem de brinquedo, Chakzilla reconstroi uma cidade que havia sido destruída. Uma homenagem aos filmes de monstros, no ritmo do pós-disco.
“Essa música é sobre amor e celebração. Sobre ser humano, se sentir bem e assumir o nosso poder. É hora de dançar, por dentro e por fora. Dance. Ame. Viva”, diz Chaka, que tem uma carreira de 50 anos, dez vitórias no Grammy e seu lugar no Rock And Roll Hall Of Fame, no qual entrou em 2023.
A faixa foi produzida por Greg Kurstin, com Sia contribuindo com vocais de apoio e ajudando a compor a música. Khan atribuiu a Sia a criação do próprio título. “Eu jamais teria pensado nisso”, disse ela. “Ela é inteligente. Ela tem muitas ideias”. As duas já havia trabalhado juntas em Immortal queen, faixa do álbum Reasonable woman de Sia, lançado em 2024.
Foto: Divulgação (Capa do single)
Urgente
Samba-canção, política, feminismo e rock: Nora Ney ganha livro e debate

Sabe quem inaugurou o rock no Brasil? Roberto Carlos? Rita Lee? Celly Campello? Errado: foi uma cantora chamada Iracema de Sousa Ferreira, que usava o codinome Nora Ney – em 1955, ela gravou Ronda das horas, uma versão de Rock around the clock, a música inaugural do estilo, imortalizada por Bill Haley. E que está sendo homenageada por Raphael Fernandes Lopes Farias com o livro Dossiê Nora Ney: Uma voz poética e política, 100 Anos (224 págs, R$ 65), que chega às livrarias pela editora Garota FM Books.
Ver essa foto no Instagram
Organizado por Raphael, e contando com textos assinados por André Domingues dos Santos, Chris Fuscaldo, Daniel Saraiva, Kamille Viola, Márcia Carvalho, Rita Gottardi van Opstal, Rodrigo Vicente Rodrigues e Yuri Behr, além do próprio organizador, o livro já teve sessão de autógrafos em São Paulo e em Santos (SP, cidade natal de Raphael) , e chega agora à Livraria da Travessa Ipanema, no Rio. Lá, na segunda (8), Raphael participa de um bate-papo com duas das autoras, as jornalistas Chris Fuscaldo e Kamille Viola, a partir das 19h.
A ideia de Dossiê Nora Ney é ir bem além da música. Pioneira no rock, Nora era uma cantora de samba-canção, que interpretava músicas como Ninguém me ama, de Antônio Maria e Fernando Lobo. Mas a vida pessoal dela é que era cheia de aventuras: ela se desquitou após escapar de uma tentativa de feminicídio, e filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro numa época em que isso era bastante ameaçador. Nora viajou para países como Europa Oriental, União Soviética, China, entre outros destinos pouco ortodoxos. Em 1964, ano do golpe cívico-militar, ela e seu companheiro, Jorge Goulart, foram praticamente ejetados da vida artística brasileira.
“Dentre tantos pioneirismos, a politização é o que mais diferencia a trajetória de Nora Ney de suas contemporâneas, daí o título do livro”, destaca Raphael. “Ela não teve medo de usar sua atividade profissional como luta concreta por democracia e pela mundialização da cultura brasileira em um tempo em que as mulheres sequer tinham direito a gerir suas próprias vidas”.
“E tudo isso é bastante atual, temos uma forte polarização política em nível mundial, com praticamente os mesmos atores envolvidos. E Nora já estava lá, 70 anos atrás, enxergando a importância do diálogo com a Rússia e com a China através da música”, continua o organizador do livro, que é professor, músico e pesquisador, e trabalha com educação musical.
SERVIÇO:
Lançamento do livro Dossiê Nora Ney: Uma Voz Poética e Política, 100 Anos com bate-papo de Raphael Fernandes Lopes Farias, Chris Fuscaldo e Kamille Viola
Data: 08/06/2026 (segunda-feira)
Horário: 19h
Local: Livraria da Travessa Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 572, Ipanema, Rio)
Entrada gratuita
Foto: Divulgação
Urgente
Madonna estreia “Love sensation” e resgata raridades do “Confessions” em megashow

Madonna resolveu tratar a volta do universo de Confessions como um acontecimento pop em escalas astronômicas. Enquanto prepara o lançamento de Confessions II, sequência direta de Confessions on a dance floor (2005), que sai dia 3 de julho, a cantora vem ocupando qualquer espaço ou megaespaço possível: já apareceu em clubes, passou pelo Coachella ao lado de Sabrina Carpenter e agora fez um megashow gratuito na Times Square para algo em torno de 50 mil pessoas.
O evento aconteceu na noite de quinta (4) como parte das celebrações do Mês do Orgulho LGBTQIA+ e teve transmissão ao vivo pelo aplicativo de encontros Grindr. No repertório, Madonna apresentou os singles recentes I feel so free e Bring your love, parceria com Sabrina já mostrada ao vivo no Coachella. Mas a principal novidade foi Love sensation, faixa lançada horas antes do show. Um som pensado pra balada, com uma onda bem anos 2000, mas sem nada de exageradamente nostálgico.
Depois da parte “nova era”, Madonna puxou o público direto para 2005. Hung up apareceu logo em seguida, mas o set ficou mais interessante quando ela recuperou Get together e I love New York, duas faixas do Confessions que estavam fora dos shows desde 2006. Num show desses, talvez ninguém imaginasse ver Madonna revisitando lados menos óbvios do catálogo, em vez de seguir apenas no modo greatest hits.
Abaixo você confere o clipe de Love sensation, além de alguns momentos do megashow.
Foto: Alex Antonioni / Divulgação
MADONNA PERFORMING GET TOGETHER FOR THE FIRST TIME IN 20 YEARS!!!! pic.twitter.com/3Mc0ySEJ8p
— Emre. (@EmreAkn) June 4, 2026
Ela gosta de um perigo né? Madonna se pendurando no vidro em I Love New Yorkpic.twitter.com/riic2kpud7
— Madonna Literal (@MadonnaLiteral1) June 5, 2026
MADONNA PERFORMING HUNG UP IN TIMES SQUARE I’M SHAKING pic.twitter.com/rsW0QqNFb3
— madonna (@mdnaspears_) June 4, 2026
Urgente
Weezer volta às cores e promete seu disco “mais agressivo” até hoje

Tem um disco novo do Weezer vindo aí – o vigésimo da banda, que vai seguir o modelo dos álbuns autointitulados e e identificados por cores, já lançados pelo grupo (“blue”, “green”, “red”, “white”, “teal”, “black”).
No caso, o novo Weezer sai dia 21 de agosto pela Reprise Records, e já está sendo apelidado pelos fãs de Gold album, por causa da capa dourada, na qual surgem quatro símbolos que “representam os criadores do álbum”, segundo a banda (enfim, baixou o Led Zeppelin IV no Weezer).
Ver essa foto no Instagram
Junto com o anúncio do álbum, saíram o single e o clipe de We might as well be strangers, faixa do Gold album que tem participação de Karly Hartzman, vocalista da banda Wednesday. Na letra da música, uma história de desilusão amorosa, com o cantor e guitarrsta Rivers Cuomo e Karly dialogando como dois amantes que viram o relacionamento esfriar. O vídeo foi dirigido por Jasper Graham e produzido por Alyssa Ulrich.
- “Musicistas que querem atuar são cringe”, diz Charli XCX
Weezer, o disco, teve dois produtores: Klas Åhlund, conhecido por seus trabalhos com Robyn, e Kenneth Blume, ligado aos recentes lançamentos da banda Geese. Ao que consta (e conforme demonstrado pelo single) vem aí um disco bem cru, mais ao ponto dos primeiros álbuns do grupo. Kenneth Blume teria definido o objetivo como criar “o álbum mais agressivo da história do Weezer”, abrindo mão de recursos como correção de afinação e trilhas de clique para manter o som mais cru e espontâneo.
Mas não para por aí: Cuomo e o baterista Pat Wilson voltaram a escrever músicas juntos pela primeira vez desde o álbum de estreia da banda. O disco chega depois dos quatro EPs da série SZNZ, lançados em 2022, e será acompanhado por uma nova turnê norte-americana a partir de setembro.
E olha aí os nomes das faixas de Gold album, além do clipe de We might as well be strangers:
01. Say yes
02. Shine again
03. Don’t make it weird
04. We might as well be strangers (feat. Karly Hartzman, da banda Wednesday)
05. C.E.O.
06. Hoops
07. Nowhere
08. The show must go on
09. Up in the clouds
10. The LA sound







































