Cultura Pop
Bozo no Playcenter, e um assistente meio esquisitão

Nos anos 1980, o SBT sempre comemorava o Dia das Crianças levando a turma do Bozo para fazer um show para os pequenos no Playcenter, em São Paulo. Os eventos eram transmitidos pela emissora, rendiam ações conjuntas entre o programa e o local (o primeiro LP do palhaço, lançado em 1982, tinha as fotos da capa clicadas na roda gigante do parque) e deixavam o Playcenter lotadíssimo.
Em 1985, rolou mais uma edição do Bozo no Playcenter, transmitido pela TV do Silvio Santos. No vídeo abaixo, postado no YouTube pelo diretor da atração, Mario Lucio Vaz, o palhaço exibe o LP da coqueluche infantil da época, a novelinha mexicana infantil Chispita. E leva lá a cantora Sarah Regina e A Turma Levada da Breca para cantar os temas mais populares da novela, Anjo bom e A família.
Agora, se alguém tiver alguma lembrança de como foi esse programa inteiro, eu gostaria de saber uma coisa: por que é que no palco, tem um assistente do Bozo vestido de branco, com capuz branco e lembrando um integrante da organização racista Ku Klux Klan?

Não faço a mínima ideia do que essa figura fazia no programa, mas ela aparece bastante no começo do vídeo e continua em cena durante as duas músicas – inclusive dançando (!) durante as canções. Claro que se tratava apenas de um assistente de palco com roupa estranha, e que hoje em dia daria uma baita merda. Mas é mais uma recordação maluca dos psicodélicos anos 1980.
Ah, se você está se perguntando onde foi parar a Sarah Regina, ela continuou ligada ao universo infantil e canta várias músicas de aberturas de desenhos e de animes. Se você acompanhava desenhos como Sailor Moon e Sakura Card Captors (exibidos pela Rede Manchete nos anos 1990 e 2000), a Sarah cantava os temas das dublagens brasileiras dessas produções. Olha aí.
(e quem mandou esse vídeo aí da figura estranha do Bozo foi a amiga Anna Paula Rassi Nyikos)
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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