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Cultura Pop

As dez regras de Henry Rollins para atingir o sucesso

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Henry Rollins: "Não ouço música perto de quem não acrescenta nada na audição"

Um youtuber chamado Evan Carmichael fez uma compilação de entrevistas de um dos maiores ídolos aqui da casa, o mestre punk Henry Rollins. A ideia é compilar as dez regras de Rollins para conseguir o sucesso.

O ex-cantor do Black Flag e da Rollins Band entende do assunto: lutou contra o bullying desde a infância e sofreu com o alcoolismo da mãe e as porradas do pai. Estudou numa escola militar e foi saco de pancadas dos colegas mais fortes desde cedo. Nos anos 1980 foi assistir a um show do Black Flag, banda punk que começava a se destacar, e acabou com o microfone na mão. Foi o começo de uma carreira que rendeu discos, livros de poesia, álbuns de recitais, programas de TV e trabalhos como ator e palestrante.

Olha aí.

1) SEJA ENTUSIASMADO: Rollins lembra que boa parte de sua carreira veio da ousadia. Não sabe cantar e quer cantar? Vá lá. Não sabe atuar mas foi convidado para fazer um papel num filme? Vá em frente e prepare-se.

2) TRABALHE DURO: Rollins é humilde: diz que sempre trabalhou muito porque “não fui agraciado com a facilidade do talento”. Afirma que precisa sempre se sentir desafiado e que não se sente 100% confiante, “porque aí você fica de costas e pensa: ‘eu já tenho isso'”, afirma. A ideia é cair dentro de tudo, com intensidade. Também lembra que Greg Ginn, do Black Flag, trabalhava feito um louco, assim como todos da banda.

3) SIGA EM FRENTE. “Eu continuo avançando em frente porque não tenho nada a perder”, contou em uma entrevista. ”

4) APENAS FAÇA. Rollins lembra de ter montado sua própria editora porque percebeu que ninguém iria publicar seus livros, já que ele era um autor desconhecido. Para lançar o primeiro, guardou dinheiro que usaria para comer. Deu certo a ponto de ele fazer uma reimpressão e de a empresa, hoje chamada 2.13.61, publicar atualmente traduções e livros de capa dura.

5) APROVEITE AS CHANCES. Henry não pensou duas vezes quando foi chamado para ser vocalista do Black Flag – após aquela ocasião em que subiu no palco de um show do grupo. Largou o emprego e decidiu que faria o que pudesse para se dar bem no meio da música, até porque a única realidade que ele conhecia era a dos empregos de salário mínimo.

6) COMUNIQUE-SE EMOCIONALMENTE. “Sinto vontade de verdade de me comunicar com um público. Pode até ser por causa da atenção que não recebi quando criança”, confessa. “Tento conseguir o melhor conteúdo, subir no palco e transmitir”. Afirma também que não é mero entretenimento. “Tento deixar algo de mim com o público”, conta.

7) EXPERIMENTE COISAS DIFERENTES. De novo aquela velha história de sempre fazer coisas novas e aumentar o currículo.

8) TOME CONTA DE SI PRÓPRIO. Rollins diz que seu barato é aplicação, disciplina, foco e repetição. Ele já havia falado disso em outras entrevistas e afirmações como essa lhe valeram a fama de “samurai punk”.

9) APRENDA COM O PASSADO. “Gasto mais tempo pensando no futuro, porque o passado já tem todos os seus erros e humilhações”, afirma o cantor. “O futuro tem tudo o que você pode fazer, e o passado já foi determinado. Aprenda com o que já aconteceu e siga em frente”.

10) TENHA PAIXÃO. Para exemplificar isso, Carmichael exibe um show dos anos 1990 de Rollins, cantando Tearing com a Rollins Band.

Pega aí!

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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