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Cultura Pop

Aquela vez em que os Foo Fighters fizeram uma versão de Baker Street

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Que história é essa dos Foo Fighters terem gravado Baker street (Gerry Rafferty), um dos sucessos pop mais grudentos de todos os tempos? Bom, isso aconteceu em 1997 quando a gravadora EMI resolveu comemorar cem anos (ainda que tenha sido criada em 1931 da junção de outros dois selos, um deles criado em 1897, o Gramophone Records) lançando o selo EMI 100.

A ideia do selinho era repor nas lojas material clássico de todos os selos ligados à EMI, com remasterizações bacanas. Discos de Duran Duran, BeBop De Luxe, Queen, Dr. Hook e The Hollies chegaram às lojas – em sua maioria, coletâneas. Mas algumas edições 2 em 1 também saíram com essa marcação EMI 100. O visual delas foi copiado aqui no Brasil para uma série da EMI nacional que repunha nas lojas discos da antiga gravadora Copacabana.

Vale dizer que o selinho “EMI 100” acabou aparecendo em quase tudo que saiu pela gravadora naquele ano. Até mesmo discos de Spice Girls e Backstreet Boys ganharam o selinho. Aliás, até mesmo Santorini blues, disco solo de Herbert Vianna, virou “EMI 100” numa edição na Venezuela.

Em paralelo, a gravadora festejou seu, hum, centenário com o lançamento de Come again, uma coletânea dupla que trazia artistas da EMI rendendo homenagens a outros artistas da EMI.

A seleção unia gente muito lado B (Terrorvision, World Party, The Supernaturals, White Buffalo) a gente bastante lado A, como a ex-vocalista das Go-Go’s Belinda Carlisle. Ela mandava bala numa carreira solo superpop e, em Come again, fazia uma releitura eletrônica de Submission, dos Sex Pistols.

Olha aí a banda americana de indie rock Sparkelehorse relendo Wish you were here, do Pink Floyd, com participação de Thom Yorke (Radiohead), em vocais e violão feitos por telefone.

Não sei quem são esses caras: é o Wireless atacando See Emily play, do Pink Floyd. O Discogs limita-se a contar que se trata de uma banda de apenas um CD e uns singles, e que surgiu do término do Molly Half Head.

O fabuloso Terrorvision revendo Forever & ever, da banda escocesa Slik.

E tá aí a tal releitura dos Foo Fighters para Baker street, que também apareceu em edições deluxe do segundo disco da banda, The colour and the shape (1997).

Tá aí o original.

Por sinal, confira aqui um pouco da história de Baker Street e a vez em que fizeram uma versão de DEZ HORAS do solinho de sax da música.

(esse texto foi livremente inspirado num post de Marcelo Costa, editor do site Scream & Yell, que é autor da foto da capa e dos CDs de Come again, lá em cima)

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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