Cultura Pop
A voz de Kenny Everett em antigos cartuchos de rádio

O canal de tecnologia de áudio e vídeo Techmoan achou, tem alguns meses, uma novidade que vai balançar o coração de quem se interessa pela história do pop-rock britânico. O apresentador do canal conseguiu vários cartuchos, daqueles usados em rádio, com a voz do apresentador Kenny Everett – um DJ conhecidíssimo na Inglaterra entre os anos 1960 e 1980, que pulou das rádios piratas (London, Caroline) para a Radio 1, emissora pop da BBC, e depois para a televisão, com o The Kenny Everett video show, que depois passou a se chamar The Kenny Everett video cassette.
Kenny Everett é um grande nome para quem era adolescente na Inglaterra nos anos 1960/1970 (como o cara do Techmoan), mas que passa batido para as novas gerações. No Brasil, é quase como você citar Marcia de Windsor ou a bolete mal-encarada durante uma conversa num grupo de millenials. Enquanto foi rei, Kenny era conhecido por alavancar sucessos pop, mas também pelo seu estilo provocador e irônico. Ele apresentou na Capital Radio o World’s worst wireless show, que misturava música e esquetes de áudio. E que dedicava uma hora a discos e músicas que “eram tão ruins que acabavam sendo bons”.
Não eram exatamente discos de comédia. Eram discos feitos com as melhores das intenções, mas que no entender de Kenny – e no de muita gente – sofriam com letras pobres, arranjos ruins, melodias cafonas, produção irrisória e mau gosto de todos os envolvidos. Kenny não perdoava ninguém: entravam na lista desde gemas como Surfin’ bird, sucesso dos Trashmen, até coisas realmente medonhas como a versão da dupla Mel & Dave para o clássico Spinning wheel (com vocais parecendo acelerados em relação à base musical). Tudo isso era feito numa base bastante inovadora: Kenny era simultaneamente DJ, operador e locutor, editava material em casa para levar ao estúdio e fazia vinhetas de rolar de rir.
O vídeo do Techmoan traz o som dos cartuchos de Kenny, com as vinhetas que ele havia editado para seus programas. Kenny fazia coisas, como DJ, que hoje lhe trariam problemas: usava canções conhecidas em suas vinhetas (um dos cartuchos não pode ser exibido no vídeo porque deu encrenca com uma canção dos Carpenters) e enchia suas locuções de piadas escarnecedoras (que lhe valeram demissões). A audição da voz dele trouxe recordações a uma turma enorme. Confira aí.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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