Cultura Pop
A origem da capa de Kimono My House, dos Sparks

Sabe a capa de Kimono my house, clássico da banda americana Sparks, de 1974?
Ela tem uma história que começa em 1941, em meio à Segunda Guerra Mundial. Foi quando saiu publicada em algumas revistas (como a americana Life) uma imagem de duas meninas japonesas vestidas como gueixas. E as duas apareciam tapando o nariz ao segurarem uma foto do então primeiro-ministro do Reino Unido Winston Churchill. Olha aí.

A imagem (que aparece num blog russo como “duas garotas numa festa em Tóquio brincando com as iniciais de Winston Churchill”) dá uma zoada no fato de Winston ter as mesmas iniciais de “water closet”, banheiro. Anos depois, em 1974, o tecladista e compositor Ron Mael, da banda americana Sparks, bateu o olho nessa foto e quis algo parecido para a capa do terceiro LP da banda, Kimono my house. Convidou o fotógrafo das capas dos discos do Roxy Music, Karl Stoecker, para fazer a imagem. Saiu aquela capa que todo mundo conhece.

E mais uns outtakes que estão espalhados pela web.




A foto escolhida para a capa foi uma das últimas, feita perto do fim da sessão (que durou quatro ou cinco horas, se tanto). As duas meninas foram deixadas quase o tempo todo livres e não havia nem um produtor para ajudá-las a se vestir ou pentear.
Apesar de o nome Kimono my house ter sido acrescentado na capa em alguns lugares do mundo – Brasil, inclusive, já que o disco foi editado aqui pela Philips em 1974 – lá fora a foto das duas meninas saiu sangrando, sem mais nada escrito, Russel Mael, o vocalista extrovertido do grupo, disse ter ficado feliz com o fato de a gravadora Island “ter nos permitido não ter o nome da banda, nem o título do álbum na capa. Pensamos que a imagem sozinha falaria alto o suficiente. Tente convencer uma empresa a seguir esse conceito hoje”.

Uma olhada rápida no Google fornece os nomes das duas garotas: Kuniko Okamura (esquerda) e Michi Hirota eram modelos e atrizes, pertenciam ao Red Buddah Theatre do Japão e estavam se apresentando em Londres com a companhia no período da capa. Michi também foi a responsável pelos vocais em japonês de uma música de David Bowie, It’s no game (Part 1), do álbum Scary monsters, de 1980.
E se você nunca ouviu Kimono my house, pega aí.
Via Madelinex.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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