Cultura Pop
“A Grande Família”, Marco Nanini, Yes e maconha – no horário nobre


A onda do space cake (bolos feitos de maconha) chegou ao horário nobre da Rede Globo em 27 de junho de 2002 quando foi ao ar o episódio “Um tapinha não dói”, de “A Grande Família“. Na trama, alguns amigos de Tuco (Lucio Mauro Filho) resolvem assar biscoitos feitos da erva na cozinha da Dona Nenê (Marieta Severo) e Lineu (Marco Nanini). E por ter sido flagrado com um baseado (que não era dele), Tuco acaba ganhando fama de maconheiro no seio familiar.
https://www.youtube.com/watch?v=X-xSGTAVBKM
Mas quem acaba comendo toda a produção da turma é mesmo Lineu durante uma conversa em família. O resultado é o patriarca da Grande Família ouvindo “Roundabout”, clássico do Yes, em altíssimo volume, pulando pela casa segurando a capa do disco “Fragile”, da banda (que tem essa faixa), e chamando a atenção para “a pulsação do baixo” de Chris Squire (1948-2015), criador do Yes.
Alguém isolou esse trecho do programa e jogou no YouTube. O bizarro da situação fica por conta de Marco Nanini, intepretando um sujeito que devia estar lá pelos 50 anos, dizendo que escuta essa música “desde criança” (se ele tinha uns 50 anos em 2002, tinha 19 quando “Fragile”, disco do Yes que tem essa música, chegou às lojas em 1971).
O excesso de biscoitos adulterados no estômago de Lineu dá em risadas, larica exageradíssima e uma lata de leite condensado detonada. Quem assistiu o programa, sendo ou não a favor da liberação de qualquer tipo de substância, ganhou uma boa (e engraçada) discussão a respeito de drogas em um horário bastante popular da televisão, já que lá pelas tantas começa o maior papo entre alguns dos personagens sobre drogas como bebida, calmantes e cigarro normal, e a questão política das drogas vira subtexto do programa até o final.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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