Cultura Pop
1º Festival de Arroto Feminino: e não é que vai ter?

Localizado no município de Mesquita, na Baixada Fluminense, o Bar Virtude vai sediar nesta sexta (29), a partir das 20h, o… 1º Festival de Arroto Feminino, valendo uma caixa de cerveja para a garota cujo arroto vencer em quesitos como volume e duração. Não, não é piada. Ou melhor, agora não é mais piada. O evento tinha sido criado na descontração há alguns meses no Facebook – lembra-se daquela febre de eventos fakes no estilo Evento para Segurar Essa Barra que É Gostar de Você?. Mas o sucesso foi tão grande que a turma do boteco decidiu criar de verdade o evento. Que vai ter, na mesma noite, competição, semi-final, final e shows nos intervalos, das bandas Banheiro Azul e Gente (cuja vocalista, Iolly Amancio, vai apresentar o convescote).
“A gente não esperava nada disso. Eu criei o evento como uma zoação para divulgar o bar, mas a história foi crescendo, porque várias meninas começaram a postar no evento dizendo que iriam participar”, conta pra gente o dono do Virtude, Wanderson Vasconcelos. Tem empoderamento feminino na história, então? Pois é, olha que tem. “A mulher pode fazer o que ela quiser, né? Tem muita mulher que pensa: ‘Por que é que só o homem pode arrotar e a mulher, não? Qual é o problema de eu querer arrotar?’ Achamos que muita garota fosse ficar com nojo dessa história de Festival de Arroto Feminino, mas me surpreendi”, continua.
Se você ainda tá achando que é brincadeira, e quer se juntar às cerca de 20 competidoras só pra zoar, vai um conselho: garanta o estoque de Coca-Cola e água com gás porque vai ter júri (formado apenas por mulheres) e uma comissão de medição bastante rigorosa com a arte da eructação feminina. E, com certeza, um bando de garotas a fim de expelir gases como nunca fizeram na vida. “Vamos usar um decibelímetro, emprestado pela turma do Banheiro Azul, para medir o volume. Uma pessoa mede os decibéis, outra fica com o cronômetro e por aí vai”, conta o dono do bar. Mais: tem participação ilustre no júri, que é a da youtuber catarinense Juliana Ramos, conhecida como a Menina Arroto. É a garota-propaganda da foto lá de cima, e a protagonista do vídeo abaixo.
https://www.youtube.com/watch?v=6yIoXvffDIM
Conhecida pela capacidade de falar frases inteiras arrotando (olha, dá até nervoso), ela vai participar do júri, à distância. E justamente por isso, o evento será transmitido pela internet – fique de olho no evento do Facebook para saber de mais detalhes. “Vamos colocar um telão e uma câmera no concurso para ela poder participar”, conta Wanderson. E aí, vai encarar?
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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