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Cultura Pop

Zig & Zag: cultura pop para crianças

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O programa Zig & Zag, animado por dois fantoches no estilo Muppets, surgiu em 1987 na emissora irlandesa RTÉ. Os dois bonecos, cujos nomes verdadeiros são Zigmund Ambrose Zogly e Zagnatius Hillary Zogly, são dois gêmeos extraterrestres peludos, vindos do planeta Zog. O sucesso da dupla foi tão grande que invadiu o Reino Unido, quando, em 1992, foram parar na mesa de debatedores do matutino The Big Breakfast, do britânico Channel 4.

Os dois “interpretavam” vários personagens na TV da Irlanda (como o Capitão Joke e o Capitão Fronha), e quando foram para a Inglaterra, passaram a fazer também entrevistas com artistas. Olha eles aí com o Aerosmith.

Lembra da Patra, aquela cantora de reggae jamaicana que fez o maior sucesso nos anos 1990 (e cantou até com o Cidade Negra)? Olha eles aí batendo um papo com ela.

>>> Veja também no POP FANTASMA: The Point!: Harry Nilsson para crianças

Quando ainda era a Posh Spice das Spice Girls, Victoria Beckham também enfrentou os dois.

Em 1993, foi a vez do Blur. Os dois bonecos ficaram no The Big Breakfast entre 1992 e 1998, e retornaram para mais uma aparição em 2002.

O carisma dos dois bonecos, manipulados pela dupla Ciaran Morrison e Mick O’Hara, era tão grande que foram parar na MTV Europa. Entre 1994 e 1995 foi ao ar o Zig & Zag show, na emissora. Em 1998, o programa acabou indo parar em outra emissora britânica, a ITV.

Na MTV, obviamente, o programa era repleto de atrações que uniam entretenimento infantil e música – tranquilo em se tratando de uma dupla de bonecos que já “conversava” com músicos. E a gente começou a fazer esse texto só para mostrar a você Zig & Zag imitando Elvis Presley, e cantando sucessos.

>>> Veja também no POP FANTASMA: “Grande presença!”: Bezerra da Silva canta “A Semente” para crianças

Olha eles aí cantando Epic, do Faith No More, com voz de rei do rock.

O mesmo com Black hole sun, do Soundgarden.

E Sabotage, dos Beastie Boys.

>>> Saiba como apoiar o POP FANTASMA aqui. O site é independente e financiado pelos leitores, e dá acesso gratuito a todos os textos e podcasts. Você define a quantia, mas sugerimos R$ 10 por mês.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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