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Cultura Pop

Gravando! O XTC em estúdio, em 1980

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XTC

É possível a gravação de uma canção render um documentário de TV com duração de uma hora? Com muita criatividade, disposição e amor pela pauta, é. Em 1980 a BBC fez exatamente isso com o XTC, quando os reis do power pop foram a um estúdio de propriedade de Richard Branson, dono da gravadora Virgin, gravar uma versão diferente do single “Towers of London”. Ligaram a câmera e condensaram em 60 minutos o fim de semana que o grupo passou lá gravando, junto com o produtor Steve Lillywhite (então um rapagão de 25 anos, também entrevistado pela equipe da BBC). Saiu “XTC at the Manor”, que você vê abaixo (infelizmente, sem legendas).

O “Manor” do título é o então estúdio de Branson, que é um caso a parte: o dono da Virgin comprara uma casa enorme em Oxfordshire, em 1971 e a transformou em um estúdio fodaço de gravação. Vários discos legendários lançados pela Virgin saíram de lá: “Tubular bells”, de Mike Oldfield (1973) e “Metal box”, do PiL (1979), por exemplo. A última banda a gravar lá foi o Cast, com o clássico “All change” (1995). A EMI, proprietária do estúdio em seus úktimos anos, o vendeu e hoje o imóvel é a casa da Marquesa de Headfort (!).

O doc é rico em imagens do local, e Branson aparece em vários momentos posando no teto da propriedade, ou jogando peixes no lago, e também mexendo na terra. Todos os músicos do XTC também falam bastante sobre sua relação com a música, sobre como começaram a tocar e assuntos afins.

O fato de todos estarem relaxando na casa de Branson ajudou o grupo a criar bastante e experimentar coisas novas. Num determinado momento, o grupo e o produtor descobrem que uma enorme barra de ferro, quando batida com um martelo, soltava um som bastante melódico, como o de um sino. A cena é engraçada: meio constrangido, o baterista Terry Chambers segura a barra (literalmente) enquanto um dos técnicos bate nela com um martelo, no ritmo da música. Depois é a vez do vocalista e cantor Andy Partridge fazer o mesmo com um extintor de incêndio.

E vale lembrar que tem documentário do XTC vindo aí. “This is pop” sai em breve justamente pela BBC e a ideia é fazer bem diferente dos outros documentários de rock. “Não gosto de nenhum deles. São só entrevistas vazias com músicos falanso sobre os bons tempos”, chegou a resmungar Andy em entrevistas.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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