Connect with us

Urgente

Urgente!: John Densmore (Doors) e Chuck D (Public Enemy) montam dupla, mas tem uma tretinha à vista…

Published

on

Chuck D (Public Enemy) e John Densmore (Doors)

Até o momento, ainda não vazou nada do álbum do doPE, o inesperado projeto que une Chuck D (Public Enemy) e John Densmore (o baterista dos Doors). Sim, muita informação, sabemos: o rapper e o músico anunciaram um projeto musical – o nome doPE vem justamente da união de “Doors” e “Public Enemy”. O disco de estreia, No country for the old men, sai no Record Store Day, dia 18 de abril, e vai estar disponível em vinil transparente de tiragem limitada. Para o lançamento, os dois estão se anunciando como “Chuck D e John D”.

O que se sabe é que Every tick tick tick, uma das faixas do álbum, já foi nomeada a canção do ano de 2026 do Record Store Day – ela ainda não foi lançada. Michael Kurtz, cofundador do projeto, adianta que “para mim, a música Every tick tick tick captura aquele momento, assim como os tempos em que estamos vivendo”,diz. Ele afirma também que a dupla tem uma longa história com lojas de discos e com o Record Store Day. “Chuck foi Embaixador do RSD e comemorou passando o dia em várias lojas pelo país. O The Doors lançou mais músicas para eventos do Record Store Day do que qualquer outra banda”, completou.

A dupla surgiu um ano após Chuck e John terem se conhecido em um painel do Record Store Day em 2014 – por acaso, durante o ano em que Chuck foi embaixador do RSD. Em 2015, o rapper (afirma o Consequence) escreveu um e-mail para o baterista dizendo: “Você tem as batidas, eu tenho as rimas, vamos fazer algo incrível”. Densmore disse que foi exatamente isso que aconteceu e que foi “uma honra” trabalhar com Chuck. Já o rapper conta que “a batida de John Densmore não é apenas ritmo, é a história falando. Ele vem compondo trilhas sonoras para momentos da nossa cultura há décadas, e essa sabedoria ressoa de uma forma diferente quando encontra o presente. Esta colaboração busca unir gerações e impulsionar o som para o futuro”.

O único galho nessa história toda é que já existe uma banda chamada Dope – um veterano grupo de metal novaiorquino. E Edsel Dope, cantor do grupo, não curtiu muito a ideia de ter um xará na música. “Registrei devidamente o nome artístico ‘dope’ e possuo a marca registrada desde que entrei na cena musical, há mais de 25 anos… A documentação está em dia e meus direitos em relação ao nome são indiscutíveis”, contou. “Optar por se chamar doPE certamente geraria muita confusão no mercado, especialmente em serviços de streaming como o Spotify, onde tenho mais de um milhão de ouvintes mensais, além de várias centenas de milhões de reproduções combinadas”.

Bom, Edsel diz que não está a fim de briga – ainda que tenha dado uma reclamadinha básica. “Ao lado de vocês dois (Chuck e John), humildemente me considero ‘o pequeno’. Então, se VOCÊS, DUAS LENDAS, estiverem comprometidos em usar MINHAS QUATRO LETRAS, por favor, entrem em contato comigo diretamente, pois adoraria participar de algum tipo de colaboração com vocês”, afirmou. “Conheço cada palavra de Apocalypse 91 e fumei mais maconha ouvindo The Doors do que se pode imaginar. AMOR E RESPEITO A VOCÊS DOIS!”. Não houve resposta nenhuma da dupla ainda.

Mais Urgente! aqui.

Urgente

Urgente!: Documentário “Paul McCartney: Man on the Run” tá quase entre nós

Published

on

Denny Laine (em cima), Linda e Paul McCartney, em foto de Clive Arrowstone / MPL Communications

O fim dos Beatles não foi só um trauma histórico: foi um vazio bem concreto na vida de Paul McCartney. É desse ponto que parte Paul McCartney: Man on the run, documentário dirigido por Morgan Neville, que acompanha a década em que Paul precisou reaprender a ser artista depois de sair da maior banda do planeta.

O filme foca no período entre 1970 e o auge dos Wings, banda que Paul montou após os Beatles. Começa com o lançamento de McCartney, o primeiro disco solo, feito em clima quase doméstico, e segue pelos anos de incerteza, críticas duras, tentativas frustradas e, finalmente, pela consolidação dos Wings como uma banda de verdade — não um projeto de ex-beatle tentando se manter relevante.

Neville trabalha com material de arquivo farto, imagens íntimas feitas por Linda McCartney e entrevistas que ajudam a desmontar a narrativa triunfalista. Além de Paul, aparecem Linda, Mary e Stella McCartney, integrantes dos Wings e gente como Sean Ono Lennon, Mick Jagger e Chrissie Hynde. O interesse aqui não é reforçar o mito, mas mostrar um Paul vulnerável, errando, insistindo e se reconstruindo.

Man on the run estreia nos cinemas de alguns países em sessões especiais que incluem uma conversa gravada entre Paul e o diretor. A lista de salas e horários será divulgada a partir de 4 de fevereiro às 11h (horário de Brasília) no site oficial do filme. Os fãs devem se inscrever na newsletter para receber alertas sobre o evento. Depois da passagem pelos cinemas, o documentário entra no catálogo do Prime Video em 27 de fevereiro, com lançamento em mais de 240 países.

O filme chega num momento em que os Wings vêm sendo reavaliados com mais seriedade. Em 2025, saiu o livro Wings: The story of a band on the run, uma história oral sobre a banda, e também a coletânea Wings, com diferentes formatos e novas mixagens – e que resenhamos aqui. O ano ainda marcou os 50 anos de Venus and Mars, relançado em edição especial, e mais uma etapa da turnê Got back. Outro lançamento recente foi o tesouro secreto de One hand clapping, um disco ao vivo no estúdio gravado por Paul e os Wings (e que resenhamos aqui).

No fim das contas, o documentário ajuda a reforçar algo que durante muito tempo foi tratado como nota de rodapé: os Wings não foram um intervalo entre Beatles e legado solo — foram o jeito que Paul encontrou de começar tudo de novo. E vale lembrar que temos um episódio do nosso podcast, Pop Fantasma Documento, justamente sobre o comecinho da fase Wings. Ouça aqui.

Foto: Clive Arrowstone / MPL Communications

Continue Reading

Urgente

Urgente!: De volta, Chapterhouse celebra 35 anos de sua estreia “Whirlpool” em SP em setembro

Published

on

Chapterhouse (Foto: Drew Reynolds / Divulgação)

Parece uma ótima hora para trazer um ícone do shoegaze ao Brasil – visto que o estilo paira sobre pelo menos um disco ganhador do Grammy 2026 e está na lista de referências de várias bandas, daqui e de lá de fora. Então, que venha o Chapterhouse. A banda britânica vem pela primeira vez ao Brasil pelas mãos da Balaclava Records para tocar seu primeiro álbum, Whirpool (1991), na íntegra, e se apresenta no dia 29 de setembro no Cine Joia, em São Paulo. O grupo curitibano Terraplana abre a noite com o show da tour do álbum Natural (2025).

Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, nos setores Pista e Camarote. Para quem deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café é o ponto de venda físico oficial, no bairro Vila Buarque. Confira os dias e horários de funcionamento do estabelecimento.

O Chapterhouse já é bem veterano: começou no verão de 1987 como uma banda de amigos da escola em Reading, Inglaterra. Mas a banda, nesses últimos 35 anos, passou um bom tempo em hiato: separaram-se após o segundo álbum, Blood music (1993) e voltaram apenas em 2008, para uma única apresentação que virou uma turnê completa e um retorno que durou dois anos.

O grupo retornou ano passado e lançou o EP White House demos, com gravações feitas em 15 de janeiro de 1989 não na residência oficial dos presidentes norte-americanos, mas sim no veterano estúdio britânico. Atualmente a formação de palco do Chapterhouse tem Stephen Patman (guitarra e voz), Andrew Sheriff (guitarra e voz), Robin Light (guitarra), Ashley Bates (bateria) e Michael Secker (baixo).

Balaclava apresenta: Chapterhouse (UK) e terraplana em São Paulo
Data: 29 de Setembro de 2026
Local: Cine Joia
Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade
Horários: Portas 19h / terraplana 20h / Chapterhouse 21h30
Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal

Ingressos:
Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência):
Takkø Café
R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP
Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.
Saiba mais em @takkocafesp no Instagram

Foto: Drew Reynolds / Divulgação

Continue Reading

Urgente

Urgente!: E o Cure, que ganha agora os primeiros Grammys de sua história?

Published

on

E agora é sério: The Cure vem ao Brasil em dezembro

“E saem os primeiros Grammy da carreira do Cure. Quem precisa? Robert Smith sempre reinou supremo!”, disse um amigo assim que soube da premiação do The Cure neste domingo (1) no Grammy Awards 2026. A banda abiscoitou logo dois gramofonezinhos: um na categoria Melhor Performance de Música Alternativa, com a faixa Alone, destaque do álbum Songs of a lost world (2024) – e o outro na categoria Melhor Álbum de Música alternativa, com o mesmo disco.

O grupo estava participando do funeral de seu guitarrista e tecladista Perry Bamonte, morto em dezembro aos 65 anos, e não pôde comparecer. Mas Robert Smith, cantor da banda, mandou um discurso que foi lido no palco: “Simon, Jason, Roger, Reeves e eu gostaríamos de agradecer ao Grammy por este maravilhoso prêmio; estamos muito honrados em recebê-lo”, escreveu.

“Gostaríamos também de agradecer a todos que ajudaram na criação do nosso álbum Songs of a lost world, em especial ao co-produtor Paul Corkett, a todos da Universal Music Group que trabalharam arduamente para encontrarmos o nosso ‘mundo perdido’, a todos os membros da nossa equipe, em sua maioria incansáveis… e, mais importante ainda, a todos os fãs do The Cure ao redor do mundo, que compareceram aos nossos shows de Lost world e curtiram a nossa música. Sem vocês, nada disso seria possível. Obrigado!”, completou.

A relação do Cure com o Grammy sempre foi meio mal resolvida: a banda havia sido indicada apenas duas vezes ao Grammy em sua carreira, ambas na categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa. Foi em 1993 pelo álbum Wish e em 2001 por Bloodflowers, mas sem sucesso em ambas as situações. Agora, deu certo!

Continue Reading

Acompanhe pos RSS