Cultura Pop
Um jornal de TV da Califórnia explica o punk rock para a turma mais velha

De punk para funk, varia apenas uma letra. Mas o estilo musical popularizado por Sex Pistols e The Clash tem outra coisa em comum com os batidões cariocas (e aqui não estamos fazendo referência nenhuma a James Brown e outros): já foi vítima de uma turma meio moralista e sofreu perseguição policial. Bem menos que no caso do funk, é verdade, mas aconteceu algumas vezes. Uma delas rolou em 1983, em Los Angeles, quando a polícia local baixou o cacete no público, numa apresentação hiperlotada que reunia grupos como The Exploted, Youth Brigade, Channel 3 e The Vandals, além de um iniciante Suicidal Tendencies. Esse show foi realizado no Mendiola’s Ballroom, biboca punk californiana que abrira portas em 11 de janeiro daquele ano com um show do Hüsker Dü.

O fato virou uma série de reportagens levadas ao ar pela KTTV, afiliada da Los Angeles Fox, que tentava mostrar a que vinha aquela nova geração do punk – a turma do hardcore, bastante politizada, e que tinha uma sonoridade bem mais abrasiva que a galera que vinha antes. E que tinha, não custa lembrar, raízes na migração latina para os subúrbios de Los Angeles. Tanto que uma das questões comentadas pelos apresentadores, com certo grau de sensacionalismo e boa dose de preconceito, era a origem da pancadaria: se a polícia havia extrapolado, se os punks tinham provocado ou se a culpa sobrava para “as gangues hispânicas” da região. Um figurão da polícia explica que o local estava cheio além da medida. Músicos reclamam que os policiais entraram batendo em todo o mundo e que eles mesmos sofreram violência.
A série inteira levada ao ar pela KTTV tá aí embaixo, com algumas explicações históricas sobre movimento punk, toques comportamentais na base do “onde vivem, o que fazem, do que se alimentam” os músicos e seguidores do movimento, e uma certa pitada de aconselhamento para pais preocupados com os descaminhos dos filhos.
Confira também:
– Imagens raras do punk paulista em documentário de 1983
– London Weekend Show: o punk em 1976.
– No Canadá em 1977: “Isso aí é a dança punk?”
– Imagens históricas do movimento punk em Fortaleza nos anos 1980
Mais punk no POP FANTASMA aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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