Cultura Pop
Um encontro com Roky Erickson na TV em 1984

Vender a alma ao diabo, pelo que dizem por aí, não é algo fácil. Para fazer isso, você tem que ter certa perspicácia, muita atenção e curtir rituais malucos. No caso do cantor americano Roky Erickson, lenda do rock psicodélico que já foi tema aqui do Pop Fantasma algumas vezes, foi só assinar uma série de papeis que apareceram quando ele estava sozinho e meio abandonado – e possivelmente ele tá falando do período em que assinou com a CBS para retomar sua carreira solo. O assunto surgiu no especial de TV Demon angel: a day and night with Roky Erickson, levado ao ar em 1984 na pequenina estação Austin Community Television.

O programa de TV dura cerca de uma hora e está no YouTube, com direito a Roky e o escritor sueco Georg Cederskog conversando sobre música, sobre rock de terror (Roky se diz o único representante desse estilo, mas isso porque ele deve ter esquecido de nomes como Screaming Lord Sutch) e outros assuntos. Curiosamente, Roky parecia mais um ex-doidão convertido a novidades bizarras da política americana: ao ser perguntado sobre Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos na época, diz: “Eu sempre gostei de todos os presidentes”. A prisão absolutamente injusta e escrota de Roky em 1969 por causa de um único baseado (passou dez anos encarcerado e foi submetido a terapia eletroconvulsiva) também virou assunto da conversa.
A parte “musical” do programa, gravada numa espécie de lago misterioso, mostra que Roky estava em forma na época. Logo na abertura, canta Bloody hammer só com voz e violão – deixando entrever que serviu bastante de influência para bandas como The Cure e Dinosaur Jr. Em algumas músicas, toca guitarra acompanhado do produtor Mike Alvarez. No repertório, músicas como Two headed dog, Night of the vampire, Starry eyes e clássicos de sua ex-banda 13th Floor Elevators, como You’re gonna miss me.
Pega aí! No final, divirta-se com os créditos que agradecem a todos os envolvidos (inclusive a um “super-fã” de Roky que trabalhou na produção). Bob Dylan está na lista de agradecimentos, já que Roky canta um cover de seu clássico Blowin’ in the wind.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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