Cultura Pop
Um clipe do sambista Serginho Chulapa (?)

Em 1984, seis anos antes da inauguração da MTV Brasil, um novo artista ganhava um, digamos, clipe especial na televisão. Era ninguém menos que o jogador Serginho Chulapa, então atacante do Santos. E não foi no Fantástico, foi no final do Globo Repórter.
Os torcedores do Santos que aguentaram assistir ao programa até o fim – possivelmente motivados pela 83.ª edição do Campeonato Paulista de Futebol, que foi de 1º de julho a 2 de dezembro daquele ano – viram Serginho fazer uma pequena promoção de seu único disco. Serginho Chulapa – Camisa 9 foi lançado em 1983 por um selo independente criado por ele e pelo seu empresário Eriberto Monteiro, pai do ator Eriberto Leão e empresário por mais de 30 anos de Regina Duarte.
O repórter perguntou a Chulapa sobre como era estar se lançando como sambista. Mostrou a capa do disco e botou Serginho para tocar pandeiro e cantar. E… Bom, a Globo cortou logo o áudio de Chulapa e passou para o som do disco, mesmo. O que já diz muita coisa a respeito da potência vocal do jogador, eternizado tanto pelos gols decisivos e pela produção extensa em campo, quanto pelas confusões em que se meteu durante a carreira.
Você não vai encontrar Camisa 9 para escutar no YouTube – se estiver muito interessado, tem uma pessoa vendendo o disco no Mercado Livre. E olha, o repertório do disco é até bem interessante. Serginho decidiu gravar um disco inteiro de samba roots. O LP tem músicas de Adoniran Barbosa (Iracema), João Bosco (Kid Cavaquinho), Almir Guineto (Mordomia, seu primeiro sucesso) e Geraldo Pereira (Falsa baiana). Detalhe que o próprio Chulapa não gosta desse disco. Falou isso até para Wladimir Miranda, que o biografou no livro O artilheiro indomável – As incríveis histórias de Serginho Chulapa (Publisher Brasil).

Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.
Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
Mais Pop Fantasma Documento aqui.



































