Cultura Pop
Fãs desvendaram mensagem secreta da capa de “The spaghetti incident?”

Vai ver você nunca reparou nisso. Eu nunca tinha reparado. Mas a capa de The spaghetti incident?, disco de covers que o Guns N’Roses lançou em 23 de novembro de 1993, tinha uma mensagem secreta na capa. Lááá embaixo.

A edição nacional também tem. Olha aí a capa do meu CD (favor não reparar na toalha da mesa).

No rótulo do CD também aparecia a mensagem. Em 1993, isso deve ter sido visto por muita gente como um número de catálogo qualquer. Provavelmente muita gente sequer reparou.

Mas em 2008, a turma de um fórum do Guns N Roses reparou, sim. E ainda teve nerdice o suficiente para ver que a banda havia usado nessa mensagem a mesma linguagem cifrada do famoso Assassino do Zodíaco. É um dos casos de assassinos seriais mais bizarros de todos os tempos, visto que até hoje não se sabe quem é a figura. O maluco atuou na Califórnia entre dezembro de 1968 e outubro de 1969. Matou quatro homens e três mulheres, todos entre 16 e 29 anos. E costumava enviar cartas em código para a imprensa. Olha aí o alfabeto do sujeito.

E se você não sabia, agora você já sabe que a mensagem é…

“Fodam-se todos eles”. Valeu, Axl!
The Spaghetti incident? por sinal, ia de um extremo ao outro. Era o disco da fofíssima Since I don’t have you, sucesso do grupo de doo wop The Skyliners, que, devidamente regravada pelo Guns, abriu espaço nas rádios. E também tinha a sinistraça Look at your game, girl, composta pelo miolo-mole mais famoso da cultura pop, Charles Manson. Olha as duas aí.
Via Feel Numb
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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