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Cultura Pop

The Germs: dando o telefone de um traficante no rádio

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The Germs: dando o telefone de um traficante no rádio.

No dia 30 de novembro de 1979, a banda punk californiana The Germs foi ao programa do DJ Rodney Bingenheimer, o popular Rodney on the ROQ, na rádio KROQ. Que era uma das atrações radiofônicas que davam atenção ao crescente movimento punk da região. Darby Crash (voz), Pat Smear (guitarra, hoje no Foo Fighters), Lorna Doom (baixo) e Don Bollies (bateria) foram lá lançar o disco de estreia, (GI). E aproveitaram para dar demonstrações de humor corrosivo no ar.

Os músicos disseram que a grande contribuição da produtora do disco, Joan Jett, foi “dormir no sofá”. A ex-integrante das Runaways mixou e produziu o álbum. Respondem “Led Zeppelin” a um ouvinte que não sabe o nome deles. E… Bom, lá pelos 32 minutos do programa, liga uma ouvinte chamada Michelle. Ela está no Whiskey A Go-Go assistindo ao show da banda de ska Madness. Até aí tudo bem, só que um dos integrantes da banda decide explanar geral. “O Snickers tem uma boa maconha pra vender aí. Ligue para 312-960-3662. Acho que o código de área é 714”, diz. Alguém gravou o programa inteiro e jogou no YouTube.

O Dangerous Minds desenterrou a história. E explica que Snickers (apelido bem interessante para um traficante de maconha, por sinal) era um cantor do movimento punk californiano. Chamava-se na verdade Richard W Scott e havia tocado nas bandas Klan e Simpletones. Se for a mesma pessoa, o site Dead Punk Stars explica que o músico morreu em 24 de setembro de 1996, de overdose, aos 36 anos.

Vale citar que a revelação de que o Whiskey era um antro de maconheiros (nossa, que horror!) não afastou The Germs de lá. E a banda tocou no local em 23 de dezembro de 1979.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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