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Cultura Pop

Teve um segundo disco das Shaggs, gravado em 1975

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Teve um segundo disco das Shaggs, gravado em 1975

Muita gente nunca ouviu falar do grupo feminino norte-americano The Shaggs, conhecido pelo zero de técnica na hora de tocar instrumentos. Quem conhece, muitas vezes, ouviu falar apenas de Philosophy of the world, o primeiro disco de Dorothy “Dot” Wiggin (voz e guitarra), Betty Wiggin (voz e guitarra) e Helen Wiggin (bateria), lançado em 1969.

Cultuadas por artistas como Frank Zappa e Kurt Cobain, as irmãs acabaram fazendo mais fama como um item engraçado e pitoresco (nós, do POP FANTASMA, vemos muito experimentalismo e pré-punk ali também), por causa de músicas como a faixa-título do disco. Philosophy na época de seu lançamento não ganhou a menor atenção e ainda teve 900 cópias da prensagem original roubadas dos depósitos da gravadora, uma tal de Third Word Records.

O que pouca gente lembra é que elas ainda têm outro disco, só que bem menos interessante que o primeiro – até porque aparentemente as quatro (a outra irmã, Rachel Wiggin, entrou para o baixo) aprenderam um pouquinho a tocar.

Teve um segundo disco das Shaggs, gravado em 1975

É Shaggs’ own thing, gravado em 1975 mas só lançado em 1982, quando o culto a elas começou a ficar mais forte. Olha elas aí tocando Wheels, um cover do grupo instrumental texano The String-A-Longs, cujo original saiu em 1961.

Até que dá pra reconhecer as Shaggs de antes nessa versão de Yesterday once more, dos Carpenters, graças aos vocais típicos de quem está fazendo um baita esforço para acompanhar o ritmo.

A agradável You’re something special to me é uma composição das meninas.

E isso aí é My pal Foot Foot, que já havia aparecido em Philosophy e é uma homenagem de Dot a seu gato de estimação.

O repertório de Shaggs’ own thing (lançado em CD em 1988 num 2-em-1 com Philosophy) ficou parado de 1975 a 1982 por causa da morte do pai das meninas, Austin Wiggin, e chegou às lojas pelo selo Rounder, especializado em música típica norte-americana. Wiggin tinha dado o nome da banda e havia tido a ideia de juntar as filhas numa banda após a avó das garotas sonhar que elas seriam musicistas. “Nós apenas pensamos que ele estava ficando maluco”, disse Dot no ano passado em uma entrevista à Rolling Stone, na qual também revelou que tem em casa uma capa original de Philosophy, sem o disco dentro. “Emprestei dois discos e nunca mais os tive de volta”, revelou. E a história das Shaggs continua, já que as meninas se apresentaram, com outra formação, no mês passado no festival Solid Sound, criado pela banda Wilco. Olha aí.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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