Cultura Pop
Tem caixa do Can vindo aí

Uma novidade para os fãs da banda alemã Can: em 16 de junho sai – em vinil triplo, download, CD e streaming – “The singles”, compilação de todos os compactos do grupo. É a primeira vez, lembra o site Side-Line, que todos os singles do grupo aparecem reunidos juntos.
Aí embaixo, você já tem um brinde: o terceiro single da banda, raríssimo e nunca recuperado em LP de estúdio, “Turtles have short legs” (1971). Foi gravado nas sessões do disco “Tago mago” (1971) e trazia na formação Holger Czukay, Michael Karoli, Jaki Liebezeit, Irmin Schmidt e Damo Suzuki.
(por sinal, sem saber disso, relembramos um som do Can na primeira edição do nosso podcast INVISÍVEL – pega aí).
A caixa é um dos itens comemorativos dos 50 anos da banda. Neste sábado (8), a festa chega ao Barbican Centre em Londres, com o tecladista e fundador do Can, Irmin Schmidt, regendo a London Symphony Orchestra – será a primeira apresentação de um material orquestral composto por ele e pelo compositor alemão Gregor Schwellenbach, que esteve no Rio em janeiro para apresentações e é conhecido por misturar os universos da música clássica e dos sons eletrônicos). A peça, “Can dialog”, inclui partes das músicas mais conhecidas do grupo. Irmin também vai conduzir a versão orquestral de “La Fermosa, Bellet-Suite”, escrita por ele e, na segunda metade do concerto, um supergrupo (o Can Project) com curadoria de Thurston Moore (Sonic Youth) e formado por Steve Shelley, Deb Googe, James Sedwards, Pat Thomas, Valentina Magaletti e Tom Relleen, além do primeiro cantor do Can, Malcolm Mooney, vai apresentar “uma experiência completamente diferente de audição do material da banda”.
Em 2018 tem mais: a editora Faber & Faber vai lançar “All gates open”, livro dedicado à banda, que ganha edição especial em dois volumes: um com a biografia do grupo, outro (“Can kiosk”, de Irmin), com pensamentos, artes e entrevistas.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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