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Cultura Pop

Tem Bram Tchaikovsky no Spotify e vem box set por aí

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Bram Tchaikovsky

Surgiram discretamente em streaming dois discos de um grande e pouco reconhecido nome do power pop britânico: Bram Tchaikovsky. Bram, que na verdade se chamava Peter Bramall, iniciou carreira como guitarrista do grupo de punk rock e power pop The Motors. Aqueles mesmos, dos hits Airport e Forget about you.

https://www.youtube.com/watch?v=02HTLiC0sRo

Bram deixou os Motors em 1978, pouco após o primeiro disco, Approved by The Motors. E uniu-se a Micky Broadbent (baixo, teclados) e Keith Boyce (bateria), com quem passou a tocar. Essa formação teria mudanças e viraria quarteto em pouco tempo. Bram foi contratado pelo selo britânico Radar Records e gravou quatro discos por lá, começando pelo indispensável Strange man, changed man (1979).

É o disco que tem as belas Girl of my dreams e Sarah smiles, seus dois maiores sucessos. Se você nunca ouviu nada de Bram (ou “da” Bram Tchaikovsky, já que o próprio tratava sua carreira solo como uma banda que levava seu nome), são as músicas que você vai querer escutar no repeat por muito tempo.

Apesar dos quatro discos e do sucesso inicial, Bram foi decaindo nas vendagens e acabou se afastando da música por muito tempo. De dez anos para cá, seus discos estão sendo relançados. E Bram, hoje um senhor de 67 anos, até abriu uma página no Facebook. Lá põe vídeos, pôsteres e fotos de shows antigos, e até bate papo com fãs. E chegou a anunciar que está para sair uma box set reunindo todos os seus trabalhos. Bram falou a respeito disso em maio, mas nada saiu até o momento. Alguns fãs já botam pressão e o próprio Bram disse que vai verificar o que está pegando…

Bram Tchaikovsky

Para quem curtiu as músicas acima e já quer brigar pela carteirinha de fã, a grande novidade é que apareceram há pouco no Spotify os dois primeiros discos de Bram, Strange man, changed man (1979) e The russians are coming (1980). Se não tiver nada para fazer nesse exato momento, aconselho muito parar para escutar agora. E leve junto também o EP Live at the Lochem Festival, 1979, lançado em 2012 pelo selo Tiger Eye, com quatro músicas – entre elas Sarah smiles e Girl of my dreams. Imperdível.

(e esse post é dedicado à memória de Kid Vinil, que tocava Bram Tchaikovsky nos programas que apresentou)

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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