Cultura Pop
Spinners: e a moda já bateu no rock

Se você ainda não se deu conta de que mais uma moda maluca está chegando às mãos das crianças de todo o país, seu filho (a)/sobrinho (a)/afilhado (a) fará a maior questão de te mostrar isso em breve. Os spinners, que até bem pouco tempo atrás eram conhecidos apenas como um brinquedo giratório que ajudava a acalmar a ansiedade, viraram mania entre crianças e adolescentes. Entraram para as listas de presentes momentâneos e tornaram-se rapidamente motivos de muito “eu tenho, você não tem” por aí afora.
E, claro, já existem spinners especiais para quem curte rock. Olha aí.

O Slayer, banda que sempre fabrica (ou inspira material não-licenciado) objetos de uso pessoal bem interessantes – meias, moletons, etc – obviamente já tem o seu spinner, para os fãs mais estressados. Destacamos esse modelo aqui e esse modelo aqui.
Se você for na Amazon.com e digitar “spinner Metallica“, vai achar uns modelos bem interessantes. Um deles tem impressa a capa do novo disco da banda, “Hardwired… To self destruct”. Curiosamente, está a venda um spinner com a logo da turnê “Damage inc”, 1986. Como os fãs do grupo sabem, foi uma das mais estressantes e conturbadas tours do Metallica. Os integrantes da banda pensavam em demitir o baterista fundador Lars Ulrich ao final dela, e só não o fizeram porque coisa pior aconteceu: o baixista Cliff Burton morreu.

O site Dangerous Minds desencavou alguns spinners especiais para quem curte – ironias das ironias – punk rock. Nem mesmo a anti-comercial ao extremo (e incompreendida até entre punks) banda britânica Crass escapou dessa. Olha aí.

Você compra o spinner do Crass aqui. Alguém não perdeu tempo e já mandou fazer alguns spinners dos Sex Pistols (esse e esse aqui, por exemplo) e, lógico, tem também dos Ramones. O Discharge, outro nome radicalzão do punk, ganhou também o seu. O Minor Threat, banda que foi liderada por um dos músicos mais avessos a qualquer tipo de comercialização (o furioso Ian McKaye) também chegou a ganhar um – e aparentemente já mandou um advogado tirar o produto (evidentemente pirata) de circulação
Você já deve estar pensando: “Poxa, então claro que tem spinner do Iron Maiden“. E você tinha alguma dúvida? Tem com Eddie em tons de azul, o monstrengo como na capa do disco “The book of souls” (2015), etc. E tem também spinner do Aerosmith, do Guns N Roses, e vários modelos do Led Zeppelin – inclusive com as logos das turnês do grupo.

E olha só que legais esses spinners de ninguém menos que David Bowie. Tem com capas de discos clássicos como “Ziggy Stardust” (1972) e “Alladin Sane” (1973) e até um com a capa de “Blackstar” (2016), o último disco.

Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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