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Sleeping With Sirens volta ao Brasil após oito anos para show único em SP

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Sleeping With Sirens - Foto: Grayson Kirtland (5B Artist Management) / Divulgação

RESUMO: O Sleeping With Sirens retorna ao Brasil em dezembro para show único em São Paulo, durante a turnê de An ending in itself, álbum que recupera elementos da fase post-hardcore da banda.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Grayson Kirtland (5B Artist Management) / Divulgação

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O Sleeping With Sirens volta ao Brasil depois de oito anos para uma apresentação única em São Paulo. A banda americana toca no Terra SP no dia 13 de dezembro, em show promovido por Áldeia Produções Artísticas e Fastix.

A passagem pelo país acontece durante a turnê de An ending in itself, oitavo álbum de estúdio do grupo, lançado em 12 de junho. Produzido por Will Yip, o disco também marca o retorno do Sleeping With Sirens à Rise Records, gravadora responsável pelos três primeiros trabalhos da banda.

O álbum recupera elementos associados à fase inicial do grupo, como guitarras mais presentes, mudanças de dinâmica e refrões melódicos. Kellin Quinn continua à frente dos vocais, enquanto Justin Hills (baixo), Nick Martin e Tony Pizzuti (guitarras) e Matty Best (bateria) completam a formação atual.

O Sleeping With Sirens surgiu na Flórida em 2009 e ganhou espaço na cena post-hardcore durante a primeira metade dos anos 2010. Let’s cheers to this, de 2011, ajudou a ampliar o público da banda, principalmente por faixas como If you can’t hang. O álbum seguinte, Feel (2013), chegou ao terceiro lugar da Billboard 200.

Desde a última passagem pelo Brasil, em 2018, o grupo lançou três discos: How it feel to be lost (2019), Complete collapse (2022) e agora An ending in itself. O novo trabalho retoma parte da sonoridade que marcou os primeiros anos da banda, mas também segue a trajetória construída ao longo dos últimos lançamentos.

O show de 13 de dezembro será a única apresentação do Sleeping With Sirens no Brasil nesta passagem. Os ingressos estão à venda pela Fastix.

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Serviço
Sleeping With Sirens em São Paulo
Data: 13 de dezembro de 2026
Local: Terra SP
Endereço: Avenida Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo/SP
Ingressos aqui.
Realização: Áldeia Produções Artísticas, Fastix e DRM Entertainment

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Getúlio Abelha e Canto Cego levam “Toda semana” para uma vibe mais roqueira

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Getúlio Abelha e Canto Cego levam “Toda semana” para uma vibe mais roqueira

RESUMO: Getúlio Abelha e Canto Cego recriam Toda semana em versão roqueira, com visualizer gravado na Feira de São Cristóvão e encontro dos artistas no Rock in Rio.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Capa do single

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Getúlio Abelha e a banda carioca Canto Cego juntam forças em uma nova versão de Toda semana, faixa do álbum Autópsia+, lançado por Getúlio em março. A releitura leva a música para o rock e chega às plataformas acompanhada de um visualizer gravado na Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro.

A parceria não fica apenas no estúdio. Getúlio será convidado do show da Canto Cego no Rock in Rio, no dia 5 de setembro, às 16h50, no Espaço Favela. A apresentação terá transmissão pelo Canal Bis.

A nova versão de Toda semana aproxima duas trajetórias diferentes dentro da música independente brasileira. Getúlio Abelha nasceu em Teresina e desenvolveu sua carreira em Fortaleza, trabalhando com referências de forró e brega em diálogo com pop, música eletrônica e performance. Canto Cego surgiu em 2010, na Favela da Maré, no Rio, e construiu seu repertório a partir do rock e de temas ligados à vida urbana.

O encontro acontece também em um momento de novidades para os dois lados. Getúlio lançou neste ano Autópsia+, seu segundo álbum, depois de Marmota (2021). O projeto reúne música e elementos de teatro, dança e audiovisual. Freak, uma das faixas do disco, venceu a categoria Potência Criativa no m-v-f Brasil 2026.

Já a Canto Cego prepara Odiar o fim, seu quarto álbum de estúdio. A banda tem no currículo apresentações em espaços como o Circo Voador e participação no Montreux Jazz Festival, na Suíça, além de músicas incluídas em produções da TV Globo.

Em Toda semana, a nova configuração dá outro peso à composição de Getúlio. A faixa passa pelo repertório do artista com uma formação de banda de rock, enquanto o visualizer leva a parceria para um dos espaços mais associados à cultura nordestina no Rio.

O show no Rock in Rio será a primeira apresentação conjunta dos artistas depois do lançamento da nova versão. A música já está disponível nas plataformas digitais.

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O delírio lo-fi de Kiko Dinucci derrete São Paulo no clipe de “Como foi?”

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Kiko Dinucci - Foto: Pablo Saborido / Divulgação

RESUMO: Kiko Dinucci antecipa o álbum Medusa com Como foi?, balada de coração partido que cruza Roberto Carlos e experimentalismo em um clipe em Super 8 ambientado pelas ruas de São Paulo.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Pablo Saborido / Divulgação

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Kiko Dinucci apresenta o videoclipe de Como foi?, parceria entre ele e Romulo Froes que antecipa Medusa, seu próximo álbum, com lançamento marcado para 9 de setembro pelo selo RISCO. Filmado em Super 8, o vídeo aposta no que o próprio músico chama de “delírio lo-fi” e “derretimento analógico”.

Dirigido por Mariana Metri e Dinucci, o clipe transforma Como foi? em uma espécie de “declaração de amor deteriorada”. A dupla levou a gravação para diferentes pontos de São Paulo, passando pelo centro antigo e pelos bairros da Barra Funda e do Bixiga. Viadutos, grafites, concreto e luz forte compõem uma cidade que aparece tão importante quanto os personagens.

A textura do filme também faz parte da narrativa. A produção utilizou uma câmera Chinon Auto Zoom e películas Kodak Tri-X e Kodak Vision 3, com fotografia de Thais Taverna e Dinucci. Superexposição, ruído e imagens distorcidas ajudam a criar o que os realizadores descrevem como uma “memória esfumaçada” e uma “infância punk”.

No elenco estão Pipoca, conhecido como Roberto Carlos do Bixiga, Giovana Cristina Bastos e João Forato. Os três aparecem em uma história construída a partir de coração partido, lembranças e fragmentos, em sintonia com o clima da música. Até que a canção se torne algo bem experimental e ruidoso, Como foi? lembra bastante uma balada de Roberto Carlos – com direito ao foco em Pipoca quando Kiko canta o título da faixa, e faz lembrar justamente o hit Outra vez, imortalizado pelo rei.

A montagem é de Luan Cardoso, enquanto Brunno Schiavon, do Estúdio Arco, trabalhou na cor. A Revela Filmes ficou responsável pela revelação e telecinagem da película. Mariana Metri, Kiko Dinucci e Thais Taverna assinam a produção geral.

Como foi? está disponível no canal de Kiko Dinucci no YouTube e funciona como uma primeira amostra de Medusa, álbum que marca também a entrada do artista no catálogo da RISCO. O novo trabalho chega seis anos depois de Rastilho (2020).

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Alexisonfire volta ao Brasil para celebrar 20 anos de “Crisis”

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Alexisonfire - Foto: Derek Bremner / Divulgação

RESUMO: O Alexisonfire retorna ao Brasil em novembro para tocar Crisis na íntegra, celebrando 20 anos do álbum que consolidou a mistura de post-hardcore, punk e rock alternativo da banda canadense.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Derek Bremner / Divulgação

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O Alexisonfire volta ao Brasil em novembro para celebrar os 20 anos de Crisis, terceiro álbum da banda canadense e um dos trabalhos mais conhecidos de sua fase inicial. A turnê passa por São Paulo, no dia 20 de novembro, no Vibra, e Curitiba, no dia 22, no Tork n’ Roll. Os shows têm realização da Solid Music Ent.

Lançado em 2006, Crisis levou o Alexisonfire ao primeiro lugar da parada canadense e consolidou a mistura de post-hardcore, punk e rock alternativo que vinha sendo desenvolvida desde o começo. This could be anywhere in the world e Boiled frogs estão entre as faixas mais conhecidas do disco.

Uma das marcas do grupo é o contraste entre as vozes de George Pettit, Dallas Green e Wade MacNeil. Em Crisis, os três aparecem em uma estrutura de músicas que alterna gritos, melodias e mudanças de andamento, com guitarras pesadas e refrões construídos para serem cantados pelo público.

Em entrevista, Green lembrou que a banda buscava justamente músicas com refrões mais contagiantes, capazes de colocar mais gente para cantar junto, sem deixar de lado a precisão instrumental. O resultado foi um disco que ampliou o alcance do grupo sem abandonar sua ligação com o hardcore.

O caminho até Crisis começou com o primeiro disco, Alexisonfire, de 2002, e passou por Watch Out!, de 2004. Em 2005, o grupo venceu o Juno de banda revelação. O quarto álbum, Old crows / Young cardinals, chegaria em 2009, enquanto a banda voltaria aos discos apenas em 2022, com Otherness. Produzido pelo próprio Alexisonfire, o trabalho ganhou o Juno de álbum de rock do ano em 2023.

A banda também conseguiu ultrapassar o circuito mais específico do post-hardcore e aparecer em festivais de diferentes perfis. No Brasil, o Alexisonfire tocou no Lollapalooza em 2022.

A formação que chega ao país é a mesma que gravou Crisis: George Pettit, Dallas Green, Wade MacNeil, Chris Steele e Jordan Hastings. A pré-venda dos ingressos já está disponível, e a venda geral começa às 10h de 3 de setembro pela 101 Tickets.

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SERVIÇO

Alexisonfire em São Paulo
Data: 20 de novembro de 2026, sexta-feira
Local: Vibra São Paulo
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 17.955, Vila Almeida
Abertura dos portões: 19h – Show: 21h30
Classificação etária informada: 18 anos
Ingressos aqui.
Realização: Solid Music

Alexisonfire em Curitiba
Data: 22 de novembro de 2026, domingo
Local: Tork n’ Roll
Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1.695, Rebouças
Abertura dos portões: 18h – Show: 20h
Classificação etária informada: 18 anos
Ingressos aqui.
Realização: Solid Music

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