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Cultura Pop

Shoji Tabuchi: countryman do Japão

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Existe um countryman japonês. Shoji Tabuchi, hoje com 74 anos, faz bastante sucesso. Ele não está nas paradas dos EUA, e costuma ser visto mais como uma curiosidade um tanto cafona. Não por ter nascido na terra do Sol Nascente e se dedicar a um estilo musical norte-americano, mas MUITO pelo lado kitsch de um de seus maiores projetos: o Shoji Tabuchi show, espetáculo apresentado há 28 anos por ele em seu próprio teatro de 2 mil lugares em Branson, Missouri, onde vive desde 1980.

Esse aí é um especial de Natal (de quase três horas!) apresentado por Shoji, familiares e agregados.

Maldade do pessoal da Red Letter Media, que incluiu Shoji em sua “roda dos piores”.

Não fique com uma impressão errada de Shoji. O violinista batalhou um bocado para conseguir seu lugar ao sol no mercado americano. Nos anos 1960, ouviu falar que Roy Acuff, do veteraníssimo programa country Grand Ole Opry, estava passando uns dias em Osaka, no Japão. Acuff gostou dele e disse que, caso Shoji fosse a Nashville, era para procurá-lo.

Shoji em família

O músico decidiu ir para os EUA com seu violino fiddle a tiracolo e umas quinhentas pratas no bolso. Passou por vários lugares até finalmente ir para Nashville conhecer Acuff – que, sim, cumpriu a promessa e divulgou o sorrridente Shoji no Grand Ole Opry algumas vezes. Aliás, algumas não: Shoji esteve lá 27 vezes. Muita coisa.

Deixe de ser chato (a) e ouça o primeiro disco de Shoji, Country music my way, lançado em 1975. Tem sons bem legais.

Abaixo, o simpático Shoji conversa com os fãs, mistura vários estilos musicais (tem até um rapzinho) e contracena com dançarinas que usam fantasias de vacas (!).

Olha a filha de Shoji aí. Christina Tabuchi, que era uma menina na foto que você viu ali em cima, solta a voz num cover de Just a kiss, do Lady Antebellum.

Não achei registro disso, mas Shoji diz nesse papo aqui que toca até Kashmir, do Led Zeppelin, no violino. Seu show une country, bluegrass, polca e tudo quanto é estilo que você puder imaginar.

E abaixo, você confere alguns minutos, gravados da plateia, de um show de Tabuchi há uns dois anos.

https://www.youtube.com/watch?v=cdXcPAt6fmM

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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