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Cultura Pop

Ronnie Ross, o cara que deu aulas de sax para David Bowie

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Ronnie Ross, o cara que deu aulas de sax para David Bowie

David Bowie, originalmente, era um grande fã de jazz. O meio-irmão por parte de mãe Terry Burns, um beatnik típico, o apresentou a artistas como Eric Dolphy e John Coltrane, numa conexão sonora que ajudou na criação de discos como o derradeiro Blackstar (2016). A mãe do então adolescente David Jones sentiu que tinha algo a desenvolver ali e lhe deu um sax alto de presente. Ficou faltando apenas um professor de saxofone. Figura que ele acharia, aos 12 anos, num cara chamado Ronnie Ross, que tinha aparecido na revista Downbeat como “o melhor artista do sax barítono”, e que morava em Londres.

É o cara da sonzeira abaixo, lançada em 1959 pelo selo Atlantic.

E desse som aqui, lançado em 1968 pela Fontana, no qual ele tocava ao lado de nomes como Les Condom (trompete) e Art Ellefson (sax tenor).

Ross, lá pelos anos 1950, era um cara acessível. Tão acessível que Bowie só checou a lista telefônica e achou seu contato, para marcar aulas. “Liguei para ele e disse: ‘Olá, meu nome é David Jones, tenho doze anos e quero tocar saxofone. Você pode me dar lições?’. Ele soou meio como Keith Richards falando, disse que não. Mas eu implorei até que ele dissesse: ‘Olha, se você puder chegar aqui no sábado de manhã, eu vou dar uma olhada em você’.”, contou Bowie num Q& A da Rolling Stone.

“Ele era tão legal. Muito mais tarde, quando eu estava produzindo Lou Reed, decidimos que precisávamos de um solo de saxofone no final de Walk on the wild side. Então eu consegui o agente para reservar Ronnie Ross. Ele tirou um solo maravilhoso de uma só vez. Depois eu disse: ‘Obrigado, Ron. Eu deveria ir até sua casa no sábado de manhã?’ Ele disse: ‘Eu não acredito nisso! Você é Ziggy Stardust?'”.

O relacionamento de Ross com o rock não começou aí, não. Ele estava nos metais de Savoy truffle, do White album, dos Beatles.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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