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Cultura Pop

Rolou aniversário de Stick Around For Joy, dos Sugarcubes

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Rolou aniversário de Stick Around For Joy, dos Sugarcubes

Muita gente ficou fã de Life’s too good (1988), o primeiro disco dos Sugarcubes, a banda que alçou Bjork ao estrelato. E muita, mas muita gente mesmo achou que a banda foi reprovada com força na prova do segundo disco. Here today, tomorrow next week (1989) era enorme (51 minutos) em comparação com o primeiro álbum (pouco mais de meia hora), tinha várias músicas dispensáveis e contribuições vocais mais dispensáveis ainda do trompetista Einar Örn Benediktsson.

A banda ficou um tempo de bobeira após a turnê de 1990 e algumas coisas aparentemente mudaram no front do Sugarcubes: em 18 de fevereiro de 1992 (opa, o aniversário foi há pouco), saiu o terceiro disco, Stick around for joy. Resenhas do tipo “é bom”, “é melhor que o segundo disco”, “é tão bom quanto o primeiro” nem dão conta: parecia quase o primeiro disco de uma banda nova. Aliás uma banda “nova” que não existiu de verdade: o Sugarcubes encerrou atividades em dezembro daquele ano, deixando no saldo final o maior hit single da banda (por sinal chamado Hit) e a glória de ter aberto shows para o U2 na Zoo TV, em outubro e novembro de 1992.

Hit, o tal hit (opa) chegou ao primeiro lugar na parada de músicas novas de rock da Billboard, nos Estados Unidos, mas nem era a melhor música do disco. Lucky night, um rock “pra cima” com letra sacaninha e alegre (sobre várias coisas agradáveis de se fazer ao mesmo tempo) é para ouvir no repeat. I’m hungry era um pós-punk maníaco e jazzístico na onda de Traitor, faixa de abertura do primeiro disco, ou de Coldsweat, outro sucesso da estreia. Walkabout mostrava toda a influência que o grupo tinha recebido de Siouxsie and The Banshees. O grupo também brilhava tentando fazer power pop feliz em Vitamin e funk quebradinho na quase instrumental Chihuahua.

Stick around for joy tinha também uma canção que poderia bem chamar a atenção nesse ano de 2022, Hetero scum (“escória hetero”), embora a letra não tenha exatamente nada a ver com o título. Os vocais de Einar (que chegou a ter um cargo político em Reykjavík, capital da Islândia, entre 2010 e 2014, bem depois do fim do Sugarcubes) também soam mais agradáveis e mais perfeitamente combinados com os de Bjork.

Bjork teria seu começo de carreira solo muito em breve, pouco após o fim da banda. A despedida discográfica real do Sugarcubes ainda acabaria rolando depois de Stick around for joy com um disco de remixes, It’s-it, lançado no finalzinho de 1992. Em 1998, o impacto do sucesso da vocalista animou a gravadora One Little Indian a lançar uma coletânea dos Sugarcubes, cujo título era uma frase que possivelmente a banda teve que escutar muito nos primeiros anos: The great crossover potential (o “grande potencial de cruzamento” do mundo alternativo para as paradas). Saudades dos Sugarcubes.

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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