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Cultura Pop

Red Hot Chili Peppers: quando o cantor dos Circle Jerks substituiu Anthony Kiedis por um dia

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Red Hot Chili Peppers: quando o cantor dos Circle Jerks substituiu Anthony Kiedis por um dia

O Red Hot Chili Peppers teve várias mudanças de formação. E ainda teve uma formação-relâmpago, e bota relâmpago nisso. Keith Morris, vocalista dos Circle Jerks e do OFF!, assumiu os vocais no lugar de Antohny Kiedis por um dia, em 12 de maio de 1984.

Antes de mais nada, para entender o que aconteceu, basta saber (e o assunto é MUITO bem coberto pela autobiografia Scar tissue) que Anthony Kiedis era um sujeito muito louco desde a adolescência. Ao contrário da maioria das bandas, que passam a tomar drogas classe A quando se tornam famosas, o cantor dos Red Hot Chili Peppers conheceu a heroína bem novo e vivia uma vida de excessos quando os RHCP eram apenas uma banda promissora. Foi numa dessas que o cantor, doidaralhaço, desapareceu, quando a banda estava prestes a dar o maior show da sua vida: uma data no Olympic Auditorium, ao lado de SSD e Minutemen, abrindo para o Suicidal Tendencies.

“A gente costuma dizer que Anthony foi preso por atravessar a rua fora da faixa. Porque ele poderia eventualmente aparecer e falar: ‘Não foi nada disso, eu estava fazendo sexo sadomasoquista no colchão do meu traficante”, brincou Morris na entrevista acima. “Devia haver cerca de 4 mil pessoas lá esperando por eles. Quer dizer, tudo dependia da popularidade dos Suicidal Tendencies, então poderia haver umas 5 mil pessoas”, conta Morris, que naquele mesmo dia, tinha resolvido dar um teco com uma amiga num estacionamento. O “tirinho” inocente do vocalista acabou rendendo e gerando um gasto de 600 dólares com cocaína, e ele não sabia como ia pagar essa dívida. Depois foi encontrar com os amigos dos Red Hot Chili Peppers na apresentação.

“Quinze minutos antes do show, as pessoas da tribo da banda já estavam: ‘Cadê o Anthony?’ Era como se você pudesse repetir o nome dele trinta vezes e ele aparecesse numa nuvem de fumaça, mas o fato é que ele não se apresentou para o show. Ninguém sabia o motivo, porque ele não se preocupou em ligar para ninguém”, recorda. Quando o cancelamento parecia a opção mais sensata, o baixista Flea foi para cima de Morris e propôs: quer subir no palco no lugar de Anthony?

“Eu não sabia absolutamente nenhuma palavra das letras deles! Mas o que eu ia dizer? Eu estava devendo 600 dólares!”, contou no papo. “Flea apontou: ‘Olha, tem dois cases de Budweiser’. Era minha recompensa, vou fazer o que tiver que fazer”. E como os fãs viram a “substituição”? “Quem se importa? Não tinha nenhuma consideração a fazer, era uma dívida de 600 dólares”, contou.

A propósito, uns cartazes do show volta e meia são vendidos por aí.

 

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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