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Cultura Pop

Ramones ao vivo em 1982, com direito a “asshole” no palco

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Ramones ao vivo em 1982

Capa de Pleasant Dreams, disco de 1982 dos RamonesPleasant dreams, sexto disco dos Ramones (1981), surgiu cheio de tensões. Seymour Stein, dono da gravadora da banda, Sire, impusera Graham Gouldman (10 CC), como produtor. E ele deveria ser capaz de tirar da banda o que Phil Spector não conseguira em End of the century (1980). Joey Ramone queria que o produtor fosse Steve Lillywhite, que cuidava dos álbuns do U2. Só que a referência do vocalista era seu trabalho So alone, disco solo de Johnny Thunders, ex New York Dolls, lançado em 1978. Johnny Ramone imediatamente pegou implicância com Graham, porque o produtor lhe pediu que abaixasse o som de seu amplificador porque estava zumbindo.

O resultado acabou agradando à crítica. O New York Times disse que a banda parecia uma versão nova dos Beach Boys, o Village Voice viu semelhanças com Buddy Holly. As vendagens não foram nada animadoras. Nenhum single foi lançado nos EUA, o LP pegou poeira nas lojas. E o relacionamento dos integrantes permanecia totalmente cagado. Mas havia uma turnê pela frente e datas a cumprir. E em 3 de agosto de 1982, ela chegava a San Bernardino, na Califórnia, no US Festival. Olha aí Ramones ao vivo em 1982, misturando hits anteriores com músicas de Pleasant dreams.

Apesar dos problemas do som, o show é excelente. Quem sofre mais com isso é Joey Ramone. Um roadie sobe no palco para trocar seu microfone logo na segunda música, Gimme gimme shock treatment e o som piora na hora. Joey perde alguns versos, olha para os lados e faz gestos chamando o roadie. Ele demora a chegar mas acaba trocando de novo seu microfone. Em 4:10 (pula pra lá) dá pra ver claramente Joey murmurando “asshole!” (e aqui está o setlist).

Você acha essas e outras histórias da banda no livro Hey ho, let’s go – A história dos Ramones, de Everett True.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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